Algumas pessoas acreditam que quando você está prestes a morrer consegue ter ao menos alguns minutos de memórias do que foi a sua própria vida, um vislumbre do que você pode levar consigo mesmo antes de partir para o desconhecido.
Buck achava que iria morrer, ele estava contando com isso quando ouviu Eddie perguntando se ele estava ferido, tinha certeza de que esse era um dos poucos vislumbres que ele teria antes de partir.
Ele só não esperava ter que soltar a mão do homem que o mostrou que o amor podia ser bom.
Buck não estava pronto para acordar em uma manhã e se sentir partido ao meio. Mas a vida não avisa quando é a última vez.
Ela nunca avisa.
"Eddie, você não pode-eu não posso-"
"Sim, você pode," Eddie diz, e ele alcança Buck, o ajuda a se sentar e se aproxima para que Buck possa alcançar seu pescoço. "Você precisa de ajuda, então cale a boca e deixe-me ajudá-lo."
Eddie não sabe como dizer me leve, leve tudo de mim, não há nenhuma parte de mim que não seja sua . Mas essa parte ele pode fazer: ele pode oferecer essa parte de si mesmo, deixar seu sangue curar Buck.
⚠️ Atenção: Essa história teve seu título alterado por ser uma junção de outros trabalhos da mesma autora, todos dentro do mesmo universo mas que estavam separados dentro do AO3.
AVISO: Está história não me pertence, foi traduzida do AO3 autora lecornergirl