Cyberpunk: Dias do Século 22.

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WpMetadataNoticeLast published птн, янв. 30, 2026
O ano é 2099 e a Arasaka está enfraquecida. Militech e Biotechnica governam Night City e eles têm algo para mostrar ao mundo em 1º de janeiro de 2100. O que poderia ser? A Cidade dos Sonhos tem outra história a oferecer. Conheça Yashiro "The Frontman" Suzuki, Angel "Ace Sky" Hernandez, James "Zero" Isaac, Xulan "The Dredge" Buyan e muitos outros. Junte-se a uma jornada visceral e dramática pelos últimos meses de um século em uma cidade que dizem que não há finais felizes por suas ruas. Ou ao menos é o que dizem. Será diferente dessa vez? História baseada na minha campanha de Cyberpunk RED. (Em andamento) Baseado no universo criado por Mike Pondsmith.
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O ano é 2081, quatorze anos após o início da Grande Decadência - uma era de colapso silencioso, desencadeada por um vírus que atingiu 90% da população com implantes neurais de aprimoramento. Chamado de Voz de Babel, o vírus não destruía corpos, mas realidades. Ele embaralhou as fronteiras entre memória e ficção, fundindo mentes humanas com dados digitais, personagens fictícios e traumas armazenados nas redes. Muitos enlouqueceram. Outros simplesmente desapareceram - suas consciências, agora fragmentadas, vagam como ecos digitais, os Ghosts: entidades presas nas redes locais, gritando, interferindo, tentando se comunicar. Às vezes em sussurros. Às vezes em puro desespero. Sem internet global, cada cidade se fechou em sua própria rede isolada, cercada por firewalls e medo. Mas nem isso é suficiente. Presenças estranhas se manifestam em sistemas, elevadores que tocam músicas esquecidas, vozes de mortos que ressurgem nos canais da TV. Lá fora, o planeta apodrece. Tempestades de poluição cobrem o céu por semanas, bloqueando o sol. Chove ácido. O concreto derrete. A humanidade sobrevive em estruturas blindadas, como ratos fugindo da própria criação. Enquanto as corporações disputam o controle com governos falidos, uma promessa ecoa nos telões da cidade: "RECOMECE EM TERRAS MAIS PURAS." Mas todos sabem: ninguém volta dessas terras.

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