Lágrimas de Sal e Magia

Lágrimas de Sal e Magia

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WpMetadataNoticeÚltima publicación sáb, mar 22, 2025
Um descendente de água-viva, uma criatura etérea marcada pela beleza e pelo mistério do oceano. Seu cabelo, um fluxo prateado com tons azulados, reluz como a superfície do mar sob a lua. Veste-se com a elegância do estilo vitoriano, seus trajes evocando a nobreza de tempos antigos. Sua pele, alva como a espuma das ondas, brilha suavemente no escuro quando toca as águas rasas, como um sussurro luminoso vindo das profundezas. Um mago de cabelos avermelhados, que caem desordenados ao redor de seu rosto de traços suaves e introspectivos. Ele carrega uma aura de mistério e leveza, como um vento tímido que mal toca a terra. Seu comportamento é atrapalhado, sempre tropeçando nas próprias palavras ou gestos, mas há uma doçura inconfundível em sua natureza. Quieto e reservado, é uma alma que fala pouco, mas sente intensamente. Os dois empre estiveram presos por um fio azul, invisível e imortal, um laço que nem o tempo poderia desfazer. Esse fio não os unia apenas, ele os possuía, os marcava, como se fossem feitos um para o outro, destinados a se fundir em uma única alma.
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Duas almas atravessam o véu entre os vivos e os mortos no mesmo minuto, segundo e hora. Do mesmo dia, mês e ano. Sob a luz de uma lua de sangue. Uma delas segue o seu caminho e encontra a eternidade. A outra, com sede de sabedoria mesmo na morte, observa sua contraparte atravessar, mas ela não segue o mesmo caminho. Em vez disso, a alma curiosa, se aproxima do local de onde a outra veio, ela não vê muito, está turvo, como se estivesse debaixo d'água. A alma estende a mão, ela não consegue puxar de volta. Se ainda tivesse um corpo físico ela estaria franzindo as sobrancelhas enquanto faz força para soltar a mão de sua prisão invisível. A alma desiste. Ela se aproxima mais e passa uma perna, depois outra e então a cabeça. Derrepente, a alma esta sendo puxada, ela não sabe oque é aquilo ou como parar. Então ela flutua e flutua enquanto é arrastada pelo nada. E então tudo para. Ela sente dor, seu corpo todo protesta. Seu estômago geme de fome e ela não consegue respirar. Dois olhos cinzentos se abrem para a escuridão, apenas uma luz avermelhada iluminando o lugar, ela grita.

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