O Passageiro

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WpMetadataNoticeÚltima publicación dom, mar 30, 2025
Trabalho há doze anos no mesmo escritório. Grandes contratos, clientes influentes, prazos impossíveis. Meu nome é Isaac Miller, e sou advogado de uma das maiores firmas do país. Acordo às seis, vou para o escritório, passo o dia cercado de papéis e café morno, volto para casa tarde demais para fazer qualquer coisa além de jantar algo sem gosto e dormir. No dia seguinte, repito o processo. Não reclamo. A estabilidade tem seu valor. A razão pela qual estou aqui - parado diante do Celestine, sentindo a maresia se misturar ao cheiro de combustível - é um contrato. Simples, direto. Um investidor estrangeiro precisa assinar os papéis pessoalmente, e alguém de confiança tinha que garantir que tudo fosse feito sem problemas. Esse alguém sou eu. A viagem não deveria durar mais do que três dias. Embarcar, localizar o cliente, resolver a burocracia e desembarcar. Rápido e eficiente. Mas então, algo estranho acontece. A sensação é sutil no começo, como um fio puxado dentro da mente. Pequenos detalhes que não fazem sentido. O olhar de reconhecimento no rosto dos funcionários. A maneira como o recepcionista sorri antes mesmo de eu entregar meus documentos. O jeito como a camareira segura a porta aberta para mim e diz: "Sua cabine está exatamente como o senhor deixou." Mas eu nunca estive aqui antes. Ou estive? A ideia fica me perturbando enquanto exploro os corredores do navio. Algo ali me incomoda, mas não sei exatamente o quê. A arquitetura é luxuosa, elegante demais para um cruzeiro comum. O chão acarpetado amortece os passos, e as luzes suaves criam um ambiente quase onírico. Como se tudo fosse um cenário cuidadosamente montado. Então, eu a vejo. Ela está no bar, sentada sozinha, girando um copo entre os dedos. Por um momento, juro que seus olhos encontram os meus, mas então ela desvia, como se não tivesse me notado. Há algo nela. Algo que faz minha mente hesitar. Não é só beleza. É familiaridade. A questão é: eu a c
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Enquanto uns dormem entre a meia-noite e as seis da manhã, Bruna Cardashian se encontra debaixo do sol escaldante e no meio da imensidão do oceano. Após chegar em terra firme mais salva do que sã, Bruna reencontra algumes amigues e ruma para uma casa na colina, habitada por seres desconhecidos, porém familiares. Na confusão que segue a chegada de nossa dyva inspiradora a esse local insalubre, Bruna é forçada a coabitar medos, guardar segredos, reconhecer suas fraquezas e se reconectar com suas potencialidades. Numa mescla de humor sem sentido, frases de efeitos sem contexto e situações inesperadas, Bruna Cardashian dá uma pausa na militância, mas não desce do salto. Porque ela até pode estar lelé da cuca, mas ela nunca perde a oportunidade de lacrar, de arrasar e de emocionar seus conterrâneos e seus leitores. "Um livro feito não para se ter na cabeceira ou guardar na neceser, mas sim para se levar no coração" -Rei Nã Manganaru de Orelhã Bragança "Não permiti filme de minha obra, mas old que permiti retrato meu nas paredes do corredor de Bruna Cardashian." -Grão Estoque "Chico, se eu te tiveres..." - Luíza Questá Nocanadá Souza Santos "Eu...hãn... gostei muito do livro. Hãn.... Achei simpática a moça. E hãn.. Era isso!" -Hãnnita "Já sei quem vai ter nota zero nas redações da faculdade." -Margareth Teatcher

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