O Marido Malvado

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Apr 4, 2025
Cesare Traon Karl Erzet, o Comandante-Chefe Imperial. Após três anos de serviço na guerra, ele voltou para propor casamento a Eileen. Eileen lutou para acreditar que a proposta de casamento de Cesare era sincera. Afinal, desde o momento em que se conheceram, quando ela tinha dez anos, o homem afetuoso sempre a tratou como uma criança. - Eu não quero me casar com Vossa Alteza. Por muito tempo, seu amor por ele não foi correspondido. Ela não queria que o casamento fosse uma transação. Foi por causa da longa guerra? O homem, que normalmente era frio e racional, havia mudado. Suas ações impulsivas, seu desejo desenfreado por ela - tudo isso era muito estranho. - Isso só deve ser feito com alguém que você ama! - Você também pode fazer isso com a pessoa com quem planeja se casar. Eileen ficou intrigada com essa mudança. E, no entanto, quanto mais próxima ela ficava de Cesare... Ela descobriu coisas que desafiavam a razão ou a lógica. Eileen soube das muitas ações malignas de seu marido pouco tempo depois. - Eu não pude nem ter seu corpo, Eileen. Tudo o que ele fez foi por ela. Ele se tornou o vilão, apenas por sua Eileen. Ps: Mesma autora de Casamento Predatório. Essa obra não é de minha autoria, todos os créditos direcionados ao escritor original.
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Os contos românticos, com os quais nos deparamos em leituras desprentensiosas na nossa meninice, antes mesmo de nos graduarmos nas lições sobre relacionamentos, têm tipicamente dois personagens centrais, a vilania incrementando os impasses, um enredo fantástico e um destino que se encerra previamente satisfatório. Vale lembrar que, se possível, há uma boa fada que eleva o patamar de ser uma história encantada, trazendo ao pensamento infantil a beleza do final feliz, antes de se aconchegar em seu travesseiro, fechar os olhos e levar um beijo na têmpora de quem leu o livro colorido. Fora da literalmente protegida por capa, a vida limita -infelizmente- parte da fantasia, substituindo a fada por uma quimera, com suas heterogeneidades e incongruências. Não tão diferente do conto encantado, algumas situações incluem os vilões e, circunstancialmente, podendo ser os próprios protagonistas. Se podemos ser nossos próprios vilões e amargamos diante das nossas amarescentes escolhas, seremos também os culpados de não unirmos o felizes com o para sempre?

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