Órion só queria passar despercebido. Com o cabelo azul, piadas afiadas e uma bagunça emocional que ele esconde sob mangas compridas, ele aprendeu a sobreviver em silêncio. Até que Apollo aparece: um garoto novo, bonito, cheio de piercings, que pinta as unhas de preto e tem o sorriso mais irritantemente gentil que Órion já viu. Eles se esbarram por acaso. Depois, por escolha. E aí... as coisas saem do controle. Entre músicas compartilhadas no mesmo fone, conversas que começam bobas e viram desabafos, e mergulhos gelados em lagos no meio da tarde, Órion começa a se perguntar se sentir demais sempre foi uma maldição - ou se era só falta de alguém que ouvisse de verdade. Uma história sobre se perder, se machucar, e mesmo assim... continuar apostando nas pessoas. Mesmo quando parece burrice. Mesmo quando dói. E se, no fim, existir alguém que escolha ficar?
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