O CONTO DA AIA

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WpMetadataNoticeLast published Mon, Apr 14, 2025
● VERSÃO RESUMIDA ● O romance distópico O conto da aia, de Margaret Atwood, se passa num futuro muito próximo e tem como cenário uma república onde não existem mais jornais, revistas, livros nem filmes. As universidades foram extintas. Também já não há advogados, porque ninguém tem direito a defesa. Os cidadãos considerados criminosos são fuzilados e pendurados mortos no Muro, em praça pública, para servir de exemplo enquanto seus corpos apodrecem à vista de todos. Para merecer esse destino, não é preciso fazer muita coisa - basta, por exemplo, cantar qualquer canção que contenha palavras proibidas pelo regime, como "liberdade". Nesse Estado teocrático e totalitário, as mulheres são as vítimas preferenciais, anuladas por uma opressão sem precedentes. O nome dessa república é Gilead, mas já foi Estados Unidos da América. Uma das obras mais importantes da premiada escritora canadense, conhecida por seu ativismo político, ambiental e em prol das causas femininas, O conto da aia foi escrito em 1985 e inspirou a série homônima (The Handmaid's Tale, no original), produzida pelo canal de streaming Hulu em 2017. As mulheres de Gilead não têm direitos. Elas são divididas em categorias, cada qual com uma função muito específica no Estado. A Offred coube a categoria de aia, o que significa pertencer ao governo e existir unicamente para procriar, depois que uma catástrofe nuclear tornou estéril um grande número de pessoas. E sem dúvida, ainda que vigiada dia e noite e ceifada em seus direitos mais básicos, o destino de uma aia ainda é melhor que o das não-mulheres, como são chamadas aquelas que não podem ter filhos, as homossexuais, viúvas e feministas, condenadas a trabalhos forçados nas colônias, lugares onde o nível de radiação é mortífero. Com esta história assustadora, Margaret Atwood leva o leitor a refletir sobre liberdade, direitos civis, poder, a fragilidade do mundo tal qual o conhecemos, o futuro e, princ
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Romance distópico | LGBTQIA+ | Ficção pós-apocalíptica Alice foi criada no Oásis, o último reduto da humanidade após o colapso ambiental. Lá, aprendeu que o mundo lá fora era apenas cinzas, silêncio e morte. Que não havia mais ninguém. Que tudo fora do Oásis estava perdido. Ela acreditou. Por um tempo. Até o dia em que ouviu sussurros sobre um ataque. Sobre pessoas. Vivas. Movida pela curiosidade - e por um incômodo que sempre carregou no peito - Alice segue um grupo de soldados e sai da segurança do Oásis pela primeira vez. O que encontra Lá Fora muda tudo. Atena é uma comunidade livre. E Maya, uma das líderes do lugar, faz Alice questionar não só o que aprendeu... mas quem ela é. Enquanto o Oásis se prepara para retomar o controle, Alice precisa decidir de que lado está seu futuro.

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