SICKLY

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WpMetadataNoticeLast published Sun, May 18, 2025
Ela sempre foi minha. Desde o começo, mesmo quando o mundo inteiro ainda fingia que podia tocá-la, influenciá-la, roubar seus pensamentos. Eles nunca entenderam. Ela não nasceu para isso - para ser exposta, contaminada, machucada por mãos sujas e vozes vazias. Eu vi antes de todo mundo. Vi o que ela era. Vi o quanto era frágil, pura, feita para ser protegida. E eu? Eu sou o único que tem coragem o bastante pra fazer o que precisa ser feito. Eles chamariam de loucura. Mas não sabem do que estão falando. Nunca souberam. O que eu fiz, o que eu faço... é amor. Amor real. O tipo que queima, que grita, que sangra se precisar. Ela gritou nos primeiros dias. Chorou. Me odiou. Claro que sim. A ignorância é cruel. Mas eu fui paciente. Gentil. Ela precisava desaprender o que o mundo ensinou. E reaprender comigo. Ela não me olha mais com medo. Agora os olhos dela tremem de outro jeito. Já entendeu que aqui é seguro. Que só comigo ela pode ser ela. Que ninguém mais vai tocá-la, roubá-la de mim. Nunca mais. E quando ela sorri... mesmo que seja só por um segundo... é aí que eu sei, ela está começando a me amar de verdade. Ainda falta muito, mas ela vai chegar lá. Vai ver. Porque eu vou mostrar para ela, todos os dias, o que significa ser amada de verdade. Mesmo que para isso... eu precise quebrar tudo e reconstruir do zero.
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Ela era uma borboleta: elegante, livre e intocável. Ele era uma aranha: paciente, letal e implacável. Samantha passou a vida inteira ansiando por liberdade, buscando a luz em um mundo que tentava apagar seu brilho. Zed nunca acreditou na luz, apenas nas sombras, no poder, no controle. Seus mundos nunca deveriam ter colidido, mas o destino os entrelaçou em uma teia de obsessão, desafio e uma paixão tão intensa que apagava os limites entre o amor e a destruição. Ela deveria ter fugido. Ele deveria tê-la deixado ir. Mas quando as emoções são cruas, quando o amor e a raiva se misturam, render-se é inevitável. - Você quer me odiar? - a voz de Zed era afiada, seu aperto firme ao me puxar para mais perto. - Então me odeie. Mas não minta para mim, dizendo que não sente isso - seus dedos apertaram minha pele, possessivos, desesperados. - Porque eu sinto. E sei muito bem que você também - A minha respiração falhou, a fúria e o desejo colidindo em meu peito. - Você não pode fazer isso! - retruquei, minha voz tão trêmula quanto minha determinação. - Você não pode me fazer sentir assim Zed! - havia algo cru em seu olhar. - Eu não preciso te fazer sentir nada, Samantha. Isso já está aí - E no fim, até mesmo as borboletas não conseguem escapar da teia da arranha

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