A história não começa com um arremesso decisivo nem com um acorde perfeito. Começa no meio:
- Com uma estrela do basquete que esquecia como respirar entre um treino e outro
- Com um músico que compunha canções que nunca cantava para ninguém
- Com um café frio esquecido na mesa de sempre
**AURORA** carregava nas costas o peso de cada olhar que a via só como "a garota prodígio". Seus tênis gastos conheciam cada milímetro da quadra, mas sua alma ainda tropeçava no vazio das arquibancadas vazias após os jogos.
**APOLLO** tinha nas mãos a calma que nunca permitiu a si mesmo. Seus dedos sabiam encontrar a nota certa no violão, mas não nas horas em que mais precisava - como quando viu Aurora pela primeira vez depois de anos, e todas as palavras viraram pó em sua boca.
Esta é a história de como:
1. Dois relógios quebrados acertaram a hora ao mesmo tempo
2. Um toque acidental no café revelou que algumas cicatrizes se encaixam
3. E o mundo descobriu que até os astros mais brilhantes precisam de alguém para lhes lembrar: "Você já foi o suficiente antes mesmo de vencer"
Não é sobre sacrifício. É sobre redenção.
Não é sobre dois mundos diferentes. É sobre o espaço que existe entre "eu" e "você" - e como, às vezes, é exatamente ali que a vida acontece.
(E se você acha que conhece finais felizes, espere até ver como dois perdidos podem se achar no mesmo lugar onde tudo começou: esquina da memória com a rua do acaso, às 15h47 de uma terça-feira qualquer.)
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