Ainda Bem, Depois...

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Jul 27, 2025
Em um jardim de suspiros e memórias, dois corações dançam uma valsa melancólica. Amam-se na alma, mas o destino teceu um labirinto de desencontros. Cada olhar é um verso roubado, cada toque, uma canção silenciada. Como estrelas distantes, brilham em universos separados, unidos por um fio invisível de saudade. Amores impossíveis, florescendo em meio ao caos, onde a beleza reside na dor e a esperança se esconde nas lágrimas. E assim, seguem, amantes eternos em um palco de sonhos desfeitos. Essa é uma história em andamento a cada capítulo uma nova emoção uma entonação, o autor transmite o que sente.
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Escrevi cartas quando não havia mais ninguém para ouvir. Escrevi porque doía demais guardar tudo só pra mim. Escrevi para o amor que partiu, para o que não chegou, para o que nunca existiu de verdade... e, acima de tudo, escrevi para o amor que um dia fui capaz de sentir - mesmo quando não havia retorno. O amor que, no fim de tudo, sempre esteve em mim. Entre páginas não lidas e amores não correspondidos, nasce um livro feito de confissões, saudades e silêncios. Cartas de um amor desconhecido: todas as vezes que escrevi para o amor, reúne cartas reais escritas por alguém que amou com toda a alma, mesmo quando o outro já não estava mais lá. Não são cartas para serem respondidas - são desabafos de quem sobreviveu à ausência e transformou a dor em palavra. Se você já amou alguém ao ponto de se perder, talvez se reconheça aqui. E, se ainda não se encontrou, talvez essas cartas possam te guiar de volta porque, às vezes, a gente só precisa escrever para continuar existindo.

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