
Eu não escrevo sobre o amor idealizado - escrevo sobre o amor real, imperfeito, atravessado por medos, inseguranças e autos sabotagens. O que mais me guia na escrita é a honestidade brutal. Escrevo como quem rasga a alma com cuidado. Não fujo do espelho: me olho, me culpo, me entendo - e mesmo assim, continuo errando. Mas erro com consciência. E é justamente aí que mora minha força: nas contradições, nos espelhos trincados, nas palavras que refletem quem já amou com medo, quem já se trancou mesmo querendo colo.Tüm hakları saklıdır
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