Story cover for Horror Gore  by deozinho
Horror Gore
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Concluida, Has publicado may 16, 2025
Contenido adulto
De repente, um rosnado profundo rasgou o silêncio. Um som selvagem, primitivo, que gelou o sangue de Luna. Rafael se sentou, assustado, procurando a origem do som. Antes que ele pudesse dizer alguma coisa, a barraca foi sacudida violentamente, como se algo enorme estivesse se debatendo do lado de fora. Um baque ensurdecedor, seguido por um grito de dor, cortou o ar. Luna sentiu uma pontada de terror ao ver a lona da barraca se rasgar, revelando uma criatura enorme e peluda, com olhos vermelhos brilhantes como brasas. Um lobisomem. As garras afiadas e os dentes caninos laceraram o corpo de Rafael, enquanto Luna, paralisada pelo medo, assistia ao massacre. Em um instante, o amor da sua vida estava morto.
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Nerina sempre soube que pertencia ao mar. Criatura de silêncios. Ela viera daquilo que os lobos chamavam de abismo; o mar que sussurra nomes que ninguém se lembra. Dona oculta do Costa Cinza, uma lanchonete construída sobre as pedras de La Push, Nerina vive entre humanos fingindo rotina: trabalha como garçonete, observa, mantém distância. O estabelecimento atrai moradores da reserva, adolescentes de Forks, turistas ocasionais - exatamente como ela planejou. Não por ambição, nem há vaidade nisso, tampouco desejo de pertença; trata-se de manutenção. Manter-se íntegra exige vigilância, e vigilância pede proximidade controlada. O sal impregna o ar e a memória, e ela administra esse sal com precisão.sabendo que qualquer excesso corrói. Ela não sente do jeito que humanos sentem; o vazio que a habita não dói, mas pesa, uma massa estável que organiza decisões sem pedir permissão ao afeto. Ainda assim, há a exceção - não uma chama, nem impulso - um eixo. Elátrina não escolhe, não seduz, não promete; sustenta. É pérola de frequência única, e quando surge, instala-se no corpo alheio como necessidade. Embry Call caminha alheio a isso, humano por enquanto, riso fácil, presença que estabiliza o chão sob os pés dela sem jamais tocar-lhe a pele. Nerina o acompanha com a atenção de quem mede correntes: se ele está bem, a água aquieta; se algo ameaça, o sal fica espesso. Não há ternura no gesto, há estratégia vital. Perder Embry significaria dissolução - não dramática, apenas final. Perdê-lo significaria afundar de volta no vazio absoluto que define sua espécie.
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