Quando os Anjos Queimam

Quando os Anjos Queimam

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Jun 8, 2025
Nem toda luz salva. Nem toda queda é o fim. Nesta narrativa onde o sagrado e o profano se entrelaçam, Quando os anjos queimam mergulha nas camadas mais densas da alma humana - e daquilo que a transcende. Em meio a ecos de fé, dor e desejo, a história caminha por aquilo que mais se parece com fé, mas é apenas medo disfarçado de obediência, enquanto questionamos até onde podemos suportar o peso de nossos próprios pecados. Não se trata apenas do divino. Trata-se daquilo que nos torna humanos - e do que perdemos ao esquecer disso. Um romance poético e sombrio, que arde em cada página com a promessa de redenção... ou condenação
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"Você sabe como os anjos morrem?" Não é com fogo. Nem com sangue. Não é a queda que os destrói. É a dúvida. É aquilo que descobrem enquanto caem. Ralam nunca foi como os outros. Sentia demais, duvidava demais, acreditava de menos. Quando uma série de assassinatos cruéis começa a desenhar padrões e ameaçar o frágil equilíbrio entre Céu, Terra e Inferno, ela recebe uma missão direta: descer à Terra, se infiltrar entre os humanos e descobrir a origem dos massacres. Assumir uma identidade humana é o menor dos problemas. O verdadeiro desafio é caminhar entre mentiras. Demônios oferecendo ajuda por trás de sorrisos tortos, criaturas neutras negociando favores como quem coleciona dívidas e facções antigas demais para se entender à primeira vista. A cada passo, Ralam se afasta mais daquilo que chamava de verdade - e mais perto de algo que talvez não devesse ser revelado. Entre dias abafados e noites inquietas, ela começa a sonhar. Mas os sonhos parecem mais do que devaneios de um anjo cansado: são presságios, mensagens codificadas, advertências sobre em quem confiar... e sobre o que o Céu nunca quis que ela soubesse. O que deveria ser uma missão de investigação se transforma em um confronto com tudo o que a moldou. E quanto mais próxima da verdade ela chega, mais percebe que talvez o maior perigo não esteja na Terra - mas nas alturas que ela antes venerava. Naquilo que foi enterrado antes mesmo da criação. Porque anjos não quebram de repente. Eles racham por dentro, aos poucos, onde ninguém vê. E o que mata um anjo... não é a espada. É a verdade.

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