entre as linhas do silêncio

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WpMetadataNoticeÚltima atualização seg, mai 19, 2025
Manuela tinha 17 anos e vivia em um mundo todo dela - onde as palavras valiam mais do que promessas, e os traços dos desenhos que rabiscava em seu caderno pareciam mais vivos que muita gente ao seu redor. Estava no último ano do ensino médio, contava os dias para a liberdade de uma nova fase, mas carregava no peito uma névoa persistente: o medo de não conseguir realizar seu maior sonho - ser escritora. Tudo mudou quando entrou na sala do novo professor de História. Eduardo. 25 anos. Voz calma, jeito gentil e um olhar que parecia compreender mais do que as palavras deixavam escapar. Tinha paixão pelo que ensinava, e falava do passado com uma sensibilidade que tocava Manuela de um jeito que nenhum outro professor jamais conseguira. falava do passado com uma sensibilidade que tocava Manuela de um jeito que nenhum outro professor jamais conseguira. A princípio, era admiração. Curiosidade. Ele elogiava suas redações, seus questionamentos, sua forma de enxergar o mundo. Ela, aos poucos, começava a esperar por suas aulas como quem espera pelo nascer do sol.
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"Independente das dificuldades, me manterei forte, não há outra escolha,serei corajosa, pois se não, de nada adiantaria viver, a protegerei com todo o meu ser, eu a amo e estou certa de que isso se trata de um fato irrefutável, então não resta dúvidas de que seria capaz de entregar a minha vida por ela" Seu passado será um fardo a se carregar e suas cicatrizes permanecerão cravadas em seu corpo a impossibilitando esquecê-lo, mas a vida de Maya nunca foi fácil, aos 12 anos precisou fazer o inimaginável para sua mente infantil, aprendeu com o tempo que só podia contar consigo mesma, assistiu a própria vida desmoronar diante de seus olhos e mesmo com as suas esperanças de uma vida melhor se esvaindo por entre os dedos, a garota ainda sorria, acreditava que se escondesse o que sentia, a dor desapareceria, ela se fechou para o mundo escondendo seu segredo com unhas e dentes. Nunca pensou que algum dia a escuridão que a corroía, um dia passaria a não existir, mas alguém a fez acreditar que dias melhores estariam por vir.

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