Ainda Te Vejo

Ainda Te Vejo

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WpMetadataNoticeLast published Tue, May 20, 2025
Desde os nove anos, Amaya sonha com o mesmo garoto. Ele tem um sorriso que acalma, olhos que conhecem segredos e um jeito de chamá-la de "ursinho" como se sempre tivesse sido assim. Um detalhe surreal: ela nunca o viu na vida real. Ou pelo menos... era o que ela pensava. Agora, aos dezessete, os sonhos voltam com mais força. Mas algo está diferente - Rian parece estar tentando atravessar a linha que separa o irreal do real. E quando coincidências estranhas, visões rápidas e sentimentos inexplicáveis começam a surgir no seu dia a dia, Amaya começa a desconfiar: ele não era só um sonho. Num Brasil onde o cotidiano esconde o mágico e o impossível bate à porta com um bilhete antigo ou um toque no ombro, Amaya vai descobrir que algumas almas se reconhecem - mesmo que precisem atravessar vidas, sonhos e realidades pra se reencontrar. Mas se Rian veio de um mundo que não pertence a esse... o que ele teve que deixar para estar ali? E o que Amaya está disposta a arriscar para não perdê-lo de novo? IDEIA ORIGINAL!
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Contos

Histórias esquecidas no fundo da gaveta. Fantasmas atrás do armário da cozinha. Monstros que se escondem debaixo da cama. Mas e se os verdadeiros monstros fossem invisíveis, escondidos nas entrelinhas do mundo que construímos? Este livro é um baú de segredos, onde cada conto é uma chave para abrir portas que muitos preferem manter fechadas. São narrativas que flutuam entre o amor e a perda, entre o que foi soterrado pelo tempo e o que ainda grita por ser ouvido. Aqui, o luto dança com a memória, a natureza sussurra sua dor em rios sufocados, e corações partidos batem mais forte do que o medo. São histórias que não se contentam em apenas existir - elas cutucam, questionam, desmontam. Falam de violências veladas, de amores que não morrem, de mundos que precisam ser salvos. Mas não espere respostas fáceis; este livro é um espelho, e o que você vê nele depende do que carrega dentro de si. Contos contados, contos rasgados, contos molhados. Cada palavra é um convite para sentir, refletir e, talvez, mudar. Porque, no fim, todos temos algo escondido no fundo da gaveta - e talvez seja hora de tirá-lo dali, à luz do dia, para que ele não nos devore por dentro.

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