Ecos de Sangue Azul

Ecos de Sangue Azul

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WpMetadataNoticeLast published Fri, May 30, 2025
Aos dezessete anos, Mia Sullivan conhece o peso das obrigações que a maioria só carrega na vida adulta. Desde a morte da mãe, ela equilibra estudos noturnos e dois empregos para sustentar a casa e cuidar do pai, um ex-militar ferido e silencioso. A irmã mais velha, distante por escolha, vive entre jantares sociais e portas fechadas. Quando o lar de idosos onde Mia trabalha é encerrado por corte de verbas, ela se vê diante de uma escolha incômoda: aceitar um trabalho pouco usual ou comprometer o pouco que resta de sua estabilidade. É assim que ela cruza os portões da realeza - não como convidada, mas como funcionária discreta em um ambiente onde cada palavra pesa e cada silêncio esconde algo maior. Dentro das paredes do castelo, Mia se depara com uma rotina vigiada, um passado abafado e rostos que dizem mais do que mostram. Um deles, inesperadamente próximo, ameaça abalar tudo o que ela pensava saber sobre o que merece, o que pode sentir - e até onde está disposta a ir para proteger quem ama. Ecos de Sangue Azul é uma história sobre responsabilidade, escolhas silenciosas e as consequências de atravessar fronteiras entre mundos que jamais deveriam se tocar.
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Em um mundo regido por sangue, poder e silêncio, Evangeline nunca teve escolhas. Criada para obedecer, protegida demais para entender o que existe além das paredes da mansão, ela cresce alheia à brutalidade do império criminoso ao qual pertence. Sua inocência não é fragilidade - é resultado de um controle absoluto, de uma vida moldada para que ela nunca questione, nunca deseje, nunca escape. Com 17 anos seu destino é selado: ela será esposa de Constantine I, o grande patriarca do império. O casamento não é amor, é aliança. Estratégia. Um contrato silencioso. Evangeline aceita sem compreender totalmente o que aquilo significa... até ser rejeitada. Constantine I recusa a união sem explicações, deixando-a marcada pela humilhação e pelo peso de ser considerada insuficiente. Para evitar rupturas entre famílias, uma nova decisão é tomada às pressas: o irmão de Constantine assumirá o compromisso. Um acordo frio, feito sem que Evangeline tenha voz. Ela passa a pertencer a outro nome, outro destino, outra prisão. No jantar de noivado, cercada por homens perigosos, olhares calculistas e conversas que escondem ameaças, ele a vê pela primeira vez. E se perde. Evangeline, com sua postura contida, seus olhos que não sabem mentir e sua pureza deslocada naquele ambiente cruel, se torna tudo aquilo que ele jamais deveria querer. Mas quer. Intensamente. Irremediavelmente. Enquanto ela permanece inconsciente do perigo que representa - tão inocente que não percebe a obsessão nascer - ele passa a desejá-la como se fosse a única coisa capaz de quebrar o vazio dentro dele. Em um universo onde sentimentos são fraquezas e mulheres são moedas de troca, esse desejo pode significar poder... ou ruína. Evangeline não sabe ainda, mas naquela noite seu destino muda. Não porque escolheu, mas porque alguém decidiu que ela seria dele.

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