Entre Amor e Fantasias | Chiyeon

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Jung Ahyeon nunca foi de fazer amizades facilmente - ao longo da vida, só teve três amigas verdadeiras: Haram, Pharita e Ruka. Mas quando Pharita e Ruka ficaram cada vez mais distantes, focadas no trabalho, Ahyeon ficou quase sozinha, especialmente após Haram e ela caírem em salas separadas no último ano do ensino médio. Foi então que Ahyeon conheceu Riracha Phondechaphiphat - ou simplesmente Canny - uma garota que parecia ser tudo o que Ahyeon precisava. Mas nem tudo é tão simples assim. Entre segredos, ciúmes e uma obsessão que ameaça destruir tudo, Ahyeon terá que enfrentar uma amizade tóxica e uma rivalidade perigosa. Porque no jogo do coração, a linha entre amor e fantasia pode ser fatal. Contém: • Agressão física e psicológica • Linguagem forte/inadequada • Temas de ciúmes e obsessão • Conflitos emocionais intensos • Situações de violência interpessoal "Perdida entre amor e fantasias, ela não sabia se o que sentia era verdadeiro ou apenas ilusão." Data de início: 22/05/2025 Data de término: 17/12/2025
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Pharita quebrou Chiquita de um jeito que ninguém viu, mas que todo mundo sentiu. Foi um estouro silencioso, do tipo que deixa o peito ecoando por dentro. Dois anos de namoro jogados no chão com um beijo escondido - e não em qualquer boca. Pharita traiu Chiquita com a única garota que Ahyeon, sua irmã, amava em segredo, no escuro, do jeito mais solitário possível. E naquele instante, alguma coisa em Chiquita morreu. Outra coisa nasceu. O nome disso? Ódio. Ela odiou Pharita, claro. Mas não parou aí. Odiou tudo que lembrava ela. O sobrenome. A família. A Ahyeon, que sempre a olhou como se soubesse de alguma coisa que ela não sabia. Ahyeon, que odiava Chiquita desde o início. Que nunca escondeu o desprezo. Que sempre teve aquela cara de quem torcia pra tudo desmoronar. E quando desmoronou, foi ela quem ficou do outro lado da sala, cruzando os braços, dizendo: "Eu avisei." Só que a dor delas tinha o mesmo gosto. E é aí que tudo começa a sair do controle. Elas decidem fingir. Fingir que se amam. Fingir que estão juntas. Fingir tão bem que ninguém duvide - nem mesmo elas. Começa com fotos forçadas, provocações públicas, sorrisos ensaiados pra doer em quem assiste. Um jogo de ego e vingança, onde cada toque é um ataque. Só que o jogo não para onde deveria. Nunca para. Chiquita começa a olhar demais. A pensar demais. E Ahyeon começa a vacilar. As respostas dela já não vêm tão afiadas. Os olhares duram um segundo a mais do que deveriam. E é nesse meio do caminho - entre a mentira e o que talvez nunca foi - que a verdade encosta no peito de Chiquita feito uma lâmina: Talvez o erro nunca foi amar uma Jung. Talvez o erro foi ter amado a errada. A mentira começa a doer mais que a traição. E no fundo do ódio, as duas descobrem que a raiva sempre foi só um disfarce pro que elas nunca tiveram coragem de sentir de verdade.

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