Império de vidro

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WpMetadataNoticeLast published Sat, Mar 28, 2026
No limiar entre o céu e a terra, a luz e as sombras, sob a dor de uma mulher temente aos céus, de seu ventre rasgado nasceu o Véu - a barreira entre o mundo e o submundo. O milagre dos céus e a ruína das sombras. Seus olhos, ao se abrirem pela primeira vez, brilharam como a lua azul crescente no céu, e os de sua mãe se fecharam silenciosamente, em uma última prece aos deuses. Mas, longe dali, nas profundezas do Izanami - entre o abismo dos impuros e o lamento das injustiças -, o rei, em seu trono conquistado a sangue e lágrimas de cultivadores infiéis, sorria pequeno, com os olhos brilhando da mesma cor que o Véu entre os mundos. Não pela dor. Não pelas lágrimas derramadas a sangue. Mas pelo singelo brilho azul de um trovão que ecoou nas nuvens negras, refletindo a lua no céu puro, simbolizando a pureza do Véu. O nascimento de uma criança e o último suspiro de uma mãe formaram a aliança entre os três mundos, que ele sabia que nunca seria quebrada. Não por poder ou medo. Mas por amor.
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As Filhas do Eclipse Trigêmeas de um destino sombrio, ligadas pelo sangue, separadas pela sombra. No reino de Mavareth, onde as montanhas rasgam o céu e o tempo é contado por eclipses, nasceram três meninas sob a mesma lua sangrenta. Trigêmeas, amaldiçoadas e abençoadas, marcadas pelo destino do Trono Negro. Nadine, a ruiva, ardia como as chamas da raposa que carregava dentro de si. Astuta, imprevisível, sempre com um sorriso que escondia uma lâmina afiada. Ela era o caos travestido de charme. Suas palavras? Mel e veneno. Natasha, a do cabelo negro como breu, era a força em carne viva. De olhar predador e silêncios que gritavam mais que qualquer exército. Sua pantera não dormia - ela caçava. E Natasha aprendia. O trono podia ter aço, mas ela tinha garra. Natalie, a loira, caminhava entre os mundos como a coruja-das-neves que a guiava. Fria, analítica, uma alma que enxergava além das sombras. Diziam que sonhava com o passado dos mortos e o futuro dos reis. Diziam... com medo. Juntas, formavam um triângulo perfeito e impossível. Só uma sentaria no Trono Negro. Mas os espíritos animais das três sussurravam outra coisa: talvez o trono precisasse das três... ou talvez ele quisesse destruí-las. E o Eclipse Vermelho se aproximava. A escolha viria com sangue, visões e traições.

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