O Sol há de Renascer

O Sol há de Renascer

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WpMetadataNoticeLast published Thu, May 29, 2025
São Paulo, 5h da manhã. O café ainda amargo, o trânsito já caótico, e o coração de Sol leve como nunca. Após conquistar seu primeiro milhão com a própria marca de perfumes, ela sente o sabor doce da liberdade, coisa rara pra quem veio de uma vida simples. Mas numa estrada rumo ao litoral, o inesperado acontece. O barulho de vidros, o silêncio que se segue, o sangue que escorre. Entre a vida e a morte, o corpo luta... e a consciência fala. Em um hospital de emergência, o jovem médico Fernando encara sua primeira grande prova: salvar uma desconhecida que parece ter parado o tempo ao seu redor. Enquanto a cidade gira lá fora, dentro daquela UTI, dois mundos se colidem. Em meio às memórias, ao vazio e às batidas frágeis de um coração desacordado, Sol relembra quem foi, quem amou, o que perdeu e se ainda há algo esperando por ela quando (ou se) os olhos voltarem a se abrir. Porque às vezes, antes de brilhar de novo, até o Sol precisa apagar. E renascer.
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doutor
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Queria que tivessem dito à menina doce que fui, que seu coração era grande, e por isso sofreria. Que muitos a amariam menos do que ela merecia ser amada, e que, por isso, não deveria aceitar migalhas. Que perderia pessoas, e tudo bem, desde que não se perdesse de si mesma.

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