Júlia Holambra

Júlia Holambra

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WpMetadataNoticeLast published Fri, May 30, 2025
Júlia só queria um novo começo. Mas algo deu errado - muito errado. Agora, ela anda por corredores onde o tempo escorre pelas paredes, e o silêncio pesa como um cadáver. O prédio está vazio, mas ela nunca está sozinha. As luzes piscam como se avisassem. Os andares sussurram como se lembrassem. E há uma menina... parada no fim do corredor, onde tudo parece mais frio. Nada aqui é seguro. Nem a realidade. Nem a memória. Nem o corpo. Quanto mais Júlia caminha, mais o prédio parece querer que ela se lembre do que tentou esquecer. Nem sempre quem anda é quem está vivo. E nem sempre quem guia... quer que você volte.
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___________________________________________ As imagens usadas não são originalmente minhas! Espero que aproveitem, está é minha primeira história aqui no Wattpad! ___________________________________________ Meu nome é S/N. Faz pouco tempo que minha vida virou de cabeça para baixo. Meus pais decidiram se mudar para essa cidade, uma cidade estranha, cinzenta, onde o céu parece sempre nublado e as ruas são marcadas por pichações e calçadas rachadas. Tudo isso... para ficarmos mais perto do trabalho do meu pai. Como se isso justificasse arrancar minha vida inteira pela raiz... Eu não queria estar aqui. Na verdade, eu lutei até o último segundo para não vir, mas ninguém me ouviu. Agora, estou nessa cidade desconhecida que, sinceramente, me dá arrepios. Não sei explicar ao certo... talvez sejam as ruas estreitas e mal iluminadas, ou as pessoas que passam apressadas, olhando sempre para baixo, como se estivessem fugindo de alguma coisa. O pior de tudo, porém, é a escola. Dizem que aqui... tem um garoto. Um garoto que está sempre se metendo em brigas. Sempre envolvido em confusões, sempre no centro de boatos que correm como veneno pelos corredores. Ninguém fala dele abertamente, mas basta prestar atenção nos cochichos: "Aquele cara... perigoso." "Melhor não cruzar o caminho dele." "Ele já mandou três caras pro hospital." Não sei quem ele é. Ainda. Mas a ideia de, a qualquer momento, esbarrar com esse garoto me deixa... desconfortável. Como se, mesmo sem conhecê-lo, algo nele fosse inevitável. E aqui estou eu: nova cidade, nova escola, cercada por estranhos e rumores. Talvez essa cidade não seja só perigosa... Talvez seja um aviso.

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