Ainda Dançamos

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WpMetadataNoticeÚltima publicación lun, jul 14, 2025
Um livro sobre envelhecer adoecer e amar... mas continuar dançando. Vicente e Elisa se conheceram em meio ao caos - corredores estreitos, vozes em fúria, meninos e meninas perdidos tentando se encontrar num centro de recuperação juvenil. Ele, todo impulso e proteção. Ela, toda escuta e silêncio. O amor entre os dois nasceu devagar, como broto entre escombros, e cresceu atravessando as dores do outro. Décadas depois, agora idosos, vivem entre chá morno, conversas doces e os primeiros tropeços do tempo. Mas quando os tremores do corpo começam a se intensificar, o passado volta à tona como uma dança antiga que o coração nunca esqueceu. Dividido entre presente e memória, este livro é um mergulho nas cicatrizes e nas ternuras de uma vida inteira. Uma história sobre amor, envelhecer, cuidar - e sobre o que permanece mesmo quando as palavras começam a falhar. Classificação indicativa: 14 anos.
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Em um mundo regido por sangue, poder e silêncio, Evangeline nunca teve escolhas. Criada para obedecer, protegida demais para entender o que existe além das paredes da mansão, ela cresce alheia à brutalidade do império criminoso ao qual pertence. Sua inocência não é fragilidade - é resultado de um controle absoluto, de uma vida moldada para que ela nunca questione, nunca deseje, nunca escape. Com 17 anos seu destino é selado: ela será esposa de Constantine I, o grande patriarca do império. O casamento não é amor, é aliança. Estratégia. Um contrato silencioso. Evangeline aceita sem compreender totalmente o que aquilo significa... até ser rejeitada. Constantine I recusa a união sem explicações, deixando-a marcada pela humilhação e pelo peso de ser considerada insuficiente. Para evitar rupturas entre famílias, uma nova decisão é tomada às pressas: o irmão de Constantine assumirá o compromisso. Um acordo frio, feito sem que Evangeline tenha voz. Ela passa a pertencer a outro nome, outro destino, outra prisão. No jantar de noivado, cercada por homens perigosos, olhares calculistas e conversas que escondem ameaças, ele a vê pela primeira vez. E se perde. Evangeline, com sua postura contida, seus olhos que não sabem mentir e sua pureza deslocada naquele ambiente cruel, se torna tudo aquilo que ele jamais deveria querer. Mas quer. Intensamente. Irremediavelmente. Enquanto ela permanece inconsciente do perigo que representa - tão inocente que não percebe a obsessão nascer - ele passa a desejá-la como se fosse a única coisa capaz de quebrar o vazio dentro dele. Em um universo onde sentimentos são fraquezas e mulheres são moedas de troca, esse desejo pode significar poder... ou ruína. Evangeline não sabe ainda, mas naquela noite seu destino muda. Não porque escolheu, mas porque alguém decidiu que ela seria dele.

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