
Ele me ensinou que o amor, assim como um bom café ou um vinho raro, exige tempo, paciência e o equilíbrio certo entre doçura e amargura. E sem perceber, eu me vi escrevendo de novo... Não com palavras, mas com gestos, encontros, olhares - cada um deles como uma nova página desse livro que eu nem sabia que queria começar. Sobre perdas, recomeços, amores e boas bebidas.All Rights Reserved