"Perdoe-me, Padre..." ela sussurrou. "Porque pequei... e pecarei quantas vezes meu corpo desejar o seu."
Íris nunca imaginou que se apaixonaria por um homem de batina - muito menos que esse amor sobreviveria à fé, ao tempo, à distância, à dor...
Vitor tinha votos sagrados, mas bastou um olhar, um toque, uma confissão para que sua alma se rasgasse.
Anos depois, o que começou como um desejo proibido tornou-se uma vida. Com gêmeos nos braços e cicatrizes no peito, eles desafiaram o destino, o altar e os julgamentos.
Nesta história visceral, sensual e intensamente humana, o passado encontra o presente em noites de redenção, corpos em chama, amores em colisão.
Um romance que grita:
Amar nunca foi pecado.
Mas se for... que seja eterno esse pecado.
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