Meu nome é Katarina Storwind, tenho vinte anos, um metro e setenta de altura, olhos castanhos, pele clara e um longo cabelo vermelho-sangue opaco, eu sei que essa cor de cabelo não é algo normal, e sofri bastante com isso durante minha vida com crianças e até mesmo adultos me chamando de amaldiçoada, maculada, profanada, corrompida entre outras coisas, mas isso foi durante a minha infância hoje em dia eles apenas olham torto para mim e vão embora sem falar nada, não que eu me importe muito. Eu fui escolhida para narrar a vocês a Saga Valkyrja, mais precisamente o conto Lua de Sangue. A história se passa em Midgard, região onde ficam denominados por direito todos os reinos Humanos, mais precisamente em Stonefortress, uma cidade vizinha da grande capital Mannheim. Antigamente os Aesir e os Vanir vigiavam os reinos de Yggdrasil, garantido que nenhum deles tentasse invadir um ao outro mantendo o equilíbrio no mundo, mas os Gigantes de Gelo nunca viram dessa forma e iniciaram uma guerra contra Midgard, uma guerra que até hoje não teve fim, mas que não é o nosso foco principal por agora. Há exatamente doze anos um grande mal caiu sobre Yggdrasil, era o início do tão temido Ragnarok, naquela noite em que a lua se tornou vermelha e liberou milhares de criaturas sombrias para aniquilar toda vida em Yggdrasil. No fim nós vencemos o Ragnarok, mas a vitória veio com o gosto mais amargo de todos, pois todos os Aesir e Vanir se sacrificaram para nos proteger. Todas as raças entraram em luto e se resguardaram em seus reinos e nunca mais foram vistas ou sequer abriram suas fronteiras, com exceção dos Jotuns, nome dado aos Gigantes de Gelo e de Terra, com nossas forças enfraquecidas e sem a ajuda dos Aesir o nordeste de Midgard caiu e até hoje é cenário de batalhas e de derramamento de sangue.
Me levanto mi cabeza duele, estoy confundido, recuerdo estar en un vuelo hacia un lugar paradisiaco.
"(lo último que recuerdo es que me levante de mi asiento luego unas luces y luego...)" Sotis no pudo continuar un fuerte dolor invadió su cabeza, además que casi todo su cuerpo le dolía.
Sotis decidió pararse cuando lo hiso, comenzó a caminar entre los asientos, una parte del avión estaba abierta destrozada, había marcas de garras y restos humanos por todas partes.
La escena que estaba presenciado al enfocar la vista fue algo salido de una película de ficción y fantasía, una creatura enorme con fauces enormes cuerpo como el de un oso media cerca de 3 metros en sus dos patas, su pelaje era de un color rojo y tenía tres pares de ojos.
La enorme bestia, no lo había visto esta estaba muy ocupada devorando los cadáveres de las personas que había matado, Sotis sintió un mareo al ver la desagradable escena ante sus ojos, de alguna forma contuvo la desagradable sensación.
Sotis miro a su alrededor y busco un refugio mientras la enorme bestia se alimentaba, mientras hacía esto miro a uno de sus conocidos, por un momento pensó en abandonarlo ya que podría ser una distracción y comprarle unos minutos.