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Valkyrja: Lua de Sangue

Valkyrja: Lua de Sangue

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WpMetadataReadOngoing1h 44m
WpMetadataNoticeLast published Sun, Aug 23, 2015
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Fiction
Fantasy
Meu nome é Katarina Storwind, tenho vinte anos, um metro e setenta de altura, olhos castanhos, pele clara e um longo cabelo vermelho-sangue opaco, eu sei que essa cor de cabelo não é algo normal, e sofri bastante com isso durante minha vida com crianças e até mesmo adultos me chamando de amaldiçoada, maculada, profanada, corrompida entre outras coisas, mas isso foi durante a minha infância hoje em dia eles apenas olham torto para mim e vão embora sem falar nada, não que eu me importe muito. Eu fui escolhida para narrar a vocês a Saga Valkyrja, mais precisamente o conto Lua de Sangue. A história se passa em Midgard, região onde ficam denominados por direito todos os reinos Humanos, mais precisamente em Stonefortress, uma cidade vizinha da grande capital Mannheim. Antigamente os Aesir e os Vanir vigiavam os reinos de Yggdrasil, garantido que nenhum deles tentasse invadir um ao outro mantendo o equilíbrio no mundo, mas os Gigantes de Gelo nunca viram dessa forma e iniciaram uma guerra contra Midgard, uma guerra que até hoje não teve fim, mas que não é o nosso foco principal por agora. Há exatamente doze anos um grande mal caiu sobre Yggdrasil, era o início do tão temido Ragnarok, naquela noite em que a lua se tornou vermelha e liberou milhares de criaturas sombrias para aniquilar toda vida em Yggdrasil. No fim nós vencemos o Ragnarok, mas a vitória veio com o gosto mais amargo de todos, pois todos os Aesir e Vanir se sacrificaram para nos proteger. Todas as raças entraram em luto e se resguardaram em seus reinos e nunca mais foram vistas ou sequer abriram suas fronteiras, com exceção dos Jotuns, nome dado aos Gigantes de Gelo e de Terra, com nossas forças enfraquecidas e sem a ajuda dos Aesir o nordeste de Midgard caiu e até hoje é cenário de batalhas e de derramamento de sangue.
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- Ouvi dizer que a casa é grande. - disse meu irmão Peter. - Vamos, crianças. - disse meu pai John. - Pegaram tudo? - perguntou minha mãe Suzan. - Sim. - eu e Peter dissemos ao mesmo tempo. - Se anime Anna, vai ser bom se mudar. - disse minha mãe. - E os meus amigos? - perguntei. - Eles vão ficar bem e vocês podem conversar pela internet. - disse minha mãe sorrindo. Respirei fundo, concordei e então entrei no carro preto de meu pai, Peter e minha mãe fizeram o mesmo. É, seria bom me mudar, mas tenho medo, encontrei um site que diz que a casa é mal assombrada, alguns estudantes da cidade que fizeram esse site, tem ate um grupo que ia lá investigar, tenho mais medo do Halloween que é daqui á um mês, eles colocaram no site que é o dia em que mais acontece fenômenos paranormais. Sem contar que chamam a casa de Blood House. Já vi uma foto da casa, meu pai tirou e trouxe para vermos, ele disse que ela é linda e grande e teríamos nossos próprios quartos e banheiros. A casa é linda mesmo, mas um pouco medonha. Peter e eu somos gêmeos, nós temos mais um irmão, que se chama Max, tem vinte e oito anos e é um belo e talentoso empresário que vive em Londres com a namorada July. Diferente de meus irmãos, amo filmes de terror e amo me vestir de preto, mas estou com medo, alguma coisa me diz que coisas ruins vão acontecer, não só pelo fato dos próprios moradores terem escrito aquelas coisas da casa, mas por que, quando meu pai avisou que íamos nos mudar, comecei a ter sonhos estranhos, sonhos em que eu matava meus pais e pegava o sangue deles e começava a escrever no lado de fora da casa coisas em outras línguas. Também vi meu irmão Peter, mas estava pálido e triste, toda vez que se aproximava das flores, elas murchavam, sempre que tocava em alguma coisa, ou quebrava ou virava cinzas e então começou um incêndio e comecei a ver pessoas que nunca vi antes, crianças, adultos e idosos, todos estavam sem olhos, sangrando, pegando fog

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