RUTHLESS QUENN

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WpMetadataNoticeLast published Fri, Feb 20, 2026
Após uma batalha sangrenta contra seu sobrinho, o Príncipe Aemond, Daemon Targaryen viu-se diante de um destino que sempre soubera ser inevitável: a morte. O céu ardia em chamas, enquanto seus dragões travavam um duelo tão feroz quanto os próprios cavaleiros que os montavam. No último instante, Daemon mergulhou com Caraxes em direção a Vhagar e Aemond, selando o fim dos quatro numa queda infernal. Mas no momento em que o último suspiro escapou de seus lábios, Daemon não encontrou o vazio... e sim, algo impensável. Ao abrir os olhos novamente, sentiu-se fraco, pequeno - diferente. O reflexo em um espelho de bronze revelou o impossível: ele renascera como uma criança. E não apenas isso - agora era uma garota. O nome em sussurros ecoava nos corredores da Fortaleza Vermelha: _Daella Targaryen_, filha do Príncipe Baelon, irmã do jovem Viserys. Se em sua vida passada Daemon foi temido, como Daella ele se tornaria ainda mais: cruel, ambiciosa, calculista. Herdou a astúcia do homem que fora, e a refinou com a frieza de uma mulher que sabia o jogo de poder dos sete reinos. Casou-se com seu irmão, em honra à tradição ancestral da casa. Aos olhos dela, viserys era o único digno de tê-la. Afinal, ele se tornaria rei... e, obviamente, ela, sua rainha. Daella tinha planos maiores que só a coroa podia lhe oferecer. Agora, coroada Rainha, ela via inimigos por toda parte - sorrisos falsos, espiões silenciosos, lordes bajuladores que esperavam vê-la cair. E ela os chamava pelo que eram: ratos. Ratos escondidos nas sombras de Pedra do Dragão. E ela, como uma verdadeira Targaryen renascida em fogo e sangue, começaria a caçada. Porque para reinar... Daella teria que purificar o castelo. Com aço. Com chamas. Com medo. Mas nos salões privados da torre onde ninguém ousava entrar sem convite, a Rainha era outra. Seus olhos, antes frios como o aço valiriano, tornavam-se suaves ao olhar para o marido, tornavam-se carinhosamente ao ver seus filhos.
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𝐋𝐔𝐀 𝐃𝐄 𝐒𝐀𝐍𝐆𝐔𝐄 O sangue que escorre da lua irá purificar os pecadores. Nada pode ser escondido dos olhos daqueles que tudo veem. Você, bruxa, que acha que sairá impune, a fogueira a aguarda. A chama já foi acesa antes. E será acesa novamente. Que cada mulher profana, cada criança de olhos fundos, cada homem de fé quebrada, saiba: a caçada recomeçou. O bosque sussurra nomes que julgávamos esquecidos. As herdeiras do demônio vestem mantos de donzelas e tocam harpas com dedos manchados de sangue. Mas nós ouvimos. Nós vigiamos. E quando a lua se erguer vermelha mais uma vez, os gritos ecoarão por Avelora. - Pela Ordem dos Senhores do Sol. Assinado, 𝐈𝐧𝐪𝐮𝐢𝐬𝐢𝐝𝐨𝐫 𝐆𝐞𝐫𝐡𝐚𝐫𝐝 𝐌𝐨𝐫𝐫𝐢𝐬

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