Nem todo choro vem de um bebê.
Às vezes, o grito mais alto é o silêncio de uma mãe que se perdeu de si mesma.
Nesta obra íntima, crua e profundamente real, conhecemos a jornada de uma mulher que não sonhava ser mãe aos 21, mas que, ao engravidar, viu sua identidade escorrer pelos dedos. Entre fraldas, crises de ansiedade e solidão emocional, ela enfrenta um pós-parto sombrio e a ausência afetiva de um parceiro que, por muito tempo, esteve presente só no corpo.
Mas esse livro não é sobre vitimismo.
É sobre luta.
É sobre continuar mesmo quando não se sente amor instantâneo pelo filho.
É sobre um corpo que não parece mais seu, e uma mente que implora por ajuda.
É sobre raiva, culpa, esperança e - acima de tudo - reconstrução.
Entre capítulos que rasgam a alma e cartas que abraçam o coração, esta história é um espelho para todas as mulheres que já pensaram em desistir... e ainda assim ficaram.
Porque no fim, ela entende:
se ele não a escolheu, ela se escolhe.
E escolhe a vida.
Escolhe a filha.
Escolhe a mulher que, mesmo aos pedaços, decidiu continuar.
Uma obra sobre maternidade real, saúde mental, dor invisível e o poder de se levantar - mesmo quando tudo ao redor diz que é impossível.
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