Verão após verão, Evelyn Rose regressa à mesma casa em Grasmere, onde as colinas ondulam suavemente e o lago guarda os segredos de quem se atreve a amar em silêncio. Com o rosto pintado de sardas e o olhar sempre virado para o céu, Evelyn sente que ali o mundo abranda, e que tudo é possível.
É lá, aos 13 anos, que conhece Callum James, um rapaz de 15 anos, de olhos verdes e alma reservada. No primeiro verão, ele quase não fala, mas quando o faz, é para chamá-la de Evie, uma versão do seu nome que só ele usa, como se fosse um segredo entre os dois.
Ela, por sua vez, passa a chamá-lo simplesmente de Cal, e, a partir desse momento, deixa de o ver como um rapaz qualquer. Ele é o seu verão. O seu lago. A sua paz.
Junto a eles está Sophie, a irmã mais nova de Callum, curiosa e cheia de luz, que rapidamente se torna a melhor amiga de Evelyn, tão inseparáveis quanto o som do riso nas tardes quentes à beira da água. As três infâncias entrelaçam-se em memórias que durarão mais do que sabiam.
Ao longo dos anos, as estações mudam, os sentimentos crescem, afastam-se e reencontram-se. Nem sempre o amor acontece como nos livros - mas, às vezes, é ainda mais bonito por isso.
The Summers We Kept é uma história sobre a infância que nos molda, os nomes que guardamos no peito, e o amor que, mesmo depois do tempo, ainda ecoa, como o som da água contra a margem, sempre a voltar.
Larissa acreditava que estava fazendo um acordo extremo - não um pacto com o desconhecido.
Endividada, sem opções e cercada por ameaças que não podia enfrentar, ela aceita participar de um programa internacional de fertilidade que promete segurança, anonimato e uma recompensa impossível de ignorar. Tudo parece profissional demais. Luxuoso demais. Perfeito demais.
O instituto não faz perguntas desnecessárias.
E Larissa aprende rapidamente que também não deve fazê-las.
Do outro lado do vidro, sempre observando, está Brenash.
Frio, meticuloso e respeitado, ele é um cientista Draelith - uma raça alienígena tão avançada quanto perigosa - responsável por garantir que o projeto funcione sem falhas. Emoções não fazem parte do protocolo. Vínculos, menos ainda. Para ele, humanas são apenas variáveis... até Larissa.
Quando um teste proibido revela uma compatibilidade absoluta entre eles, tudo o que Brenash construiu começa a ruir. O laço que os une não deveria existir. É raro. Irrevogável. E profundamente perturbador.
Enquanto o instituto esconde segredos, forças externas se aproximam e a verdade ameaça vir à tona, Larissa percebe que não está apenas sendo observada - está sendo preparada. Para um mundo que não é o seu. Para um destino que não pediu. Para um vínculo que queima, domina e desafia cada escolha que ela tenta fazer.
Em Sombras de Drav'Kor, amor e perigo caminham lado a lado, onde desejo é controle, destino é prisão - e resistir pode ser tão fatal quanto ceder.