Depois de outubro

Depois de outubro

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WpMetadataNoticeLast published Thu, Aug 28, 2025
"Algumas guerras não explodem em bombas. Elas começam em silêncios." - Depois de Outubro Brasil, 2027. Dois anos após os ataques que colapsaram o país - o primeiro em São Paulo, o segundo em Brasília -, o mundo como conhecíamos já não existe. Governos caíram. Bases militares tomaram o controle. E o medo passou a ser rotina.Agora, dois anos depois, Sara vive com o peso de um segredo que ninguém pode descobrir. Criando uma filha que não é biologicamente sua, em um país sob vigilância militar, ela tenta proteger Maria Clara a qualquer custo - inclusive da verdade. Mas tudo começa a desmoronar com a chegada de Adam, um general estrangeiro com olhos verdes e intenções que nem mesmo ele consegue esconder. Quando poder, afeto e sobrevivência colidem, Sara precisará decidir até onde vai o amor... e o que ainda resta de si depois de outubro.
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#31
ficção-científica
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Dizem que o amor não se controla, mas até onde ele pode ir antes de se tornar destruição? Amar dois irmãos é viver em uma prisão invisível, onde cada batida é tortura, cada sorriso roubado é culpa, cada abraço desejado é pecado. E ainda assim, o coração insiste, insinua, chama... mesmo sabendo que a linha entre paixão e destruição se estreita a cada segundo. É possível dividir o amor sem se perder? É possível sentir inteiro quando se ama alguém e ao mesmo tempo deseja outro? E quando esses amores estão ligados por sangue, história e memória, como decidir quem deve ocupar seu mundo, e quem deve ser apenas lembrança de um sentimento impossível? Escolher se torna um ato de crueldade. Cada decisão é um corte profundo, cada silêncio pesa mais que mil palavras. O amor não pergunta se é certo ou errado, ele apenas exige, arrasta e consome. E amar dois irmãos é desafiar todas as regras invisíveis, é desafiar a própria moralidade do coração, é viver sabendo que nenhum caminho será livre de dor. O coração, então, se transforma em campo de batalha. Desejo contra razão, paixão contra culpa, amor contra impossibilidade. Cada beijo negado é morte lenta; cada sorriso compartilhado é condenação silenciosa. Amar assim é aprender que o impossível existe - e que os limites que julgamos firmes podem ser destruídos por uma única faísca de sentimento. E no fim, resta apenas a pergunta que ninguém ousa responder: será que o coração pode mesmo amar duas pessoas ao mesmo tempo, quando a própria vida insiste que isso não deveria existir? Ou será que o amor, na sua essência mais brutal, não conhece regras, nem limites... e apenas queima, sem pedir licença, sem se importar com quem será destruído?

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