A última chance do amor

A última chance do amor

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WpMetadataNoticeLast published Wed, Nov 12, 2025
A chuva caía lá fora, batendo suavemente contra a janela do quarto de Samanta. Ela sempre odiou a chuva. Não apenas por seu som incessante, mas porque parecia trazer de volta lembranças de um passado que ela preferia esquecer. O medo, a dor... as coisas que se acumulavam como gotas de água que nunca se secavam. Era o primeiro dia de aula, e uma ansiedade desconhecida tomava conta de seu corpo. A escola nova, os rostos desconhecidos, tudo parecia tão grande e distante. Samanta não gostava de se destacar, preferia passar despercebida, se manter invisível. Mas algo no ar, algo que ela não conseguia identificar, a fazia sentir que esse novo começo seria diferente. Entre os novos rostos, um se destacava, embora ela não soubesse exatamente por quê. David, com seus olhos tranquilos e seu sorriso discreto, parecia uma presença calma em meio ao turbilhão de emoções que Samanta tentava controlar. Ele não fazia parte de seu mundo, mas ao olhá-lo de relance, algo nela dizia que ele seria importante de alguma forma. Mas ela não sabia ainda o que o futuro reservava. Apenas sentia que, de algum modo, nada seria igual. Algo estava prestes a mudar, mas ela não sabia como ou por quê. Às vezes, o amor aparece quando você não acredita mais nele.
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Em um mundo regido por sangue, poder e silêncio, Evangeline nunca teve escolhas. Criada para obedecer, protegida demais para entender o que existe além das paredes da mansão, ela cresce alheia à brutalidade do império criminoso ao qual pertence. Sua inocência não é fragilidade - é resultado de um controle absoluto, de uma vida moldada para que ela nunca questione, nunca deseje, nunca escape. Com 17 anos seu destino é selado: ela será esposa de Constantine I, o grande patriarca do império. O casamento não é amor, é aliança. Estratégia. Um contrato silencioso. Evangeline aceita sem compreender totalmente o que aquilo significa... até ser rejeitada. Constantine I recusa a união sem explicações, deixando-a marcada pela humilhação e pelo peso de ser considerada insuficiente. Para evitar rupturas entre famílias, uma nova decisão é tomada às pressas: o irmão de Constantine assumirá o compromisso. Um acordo frio, feito sem que Evangeline tenha voz. Ela passa a pertencer a outro nome, outro destino, outra prisão. No jantar de noivado, cercada por homens perigosos, olhares calculistas e conversas que escondem ameaças, ele a vê pela primeira vez. E se perde. Evangeline, com sua postura contida, seus olhos que não sabem mentir e sua pureza deslocada naquele ambiente cruel, se torna tudo aquilo que ele jamais deveria querer. Mas quer. Intensamente. Irremediavelmente. Enquanto ela permanece inconsciente do perigo que representa - tão inocente que não percebe a obsessão nascer - ele passa a desejá-la como se fosse a única coisa capaz de quebrar o vazio dentro dele. Em um universo onde sentimentos são fraquezas e mulheres são moedas de troca, esse desejo pode significar poder... ou ruína. Evangeline não sabe ainda, mas naquela noite seu destino muda. Não porque escolheu, mas porque alguém decidiu que ela seria dele.

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