Someone Like You!

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WpMetadataNoticeLast published Sat, Jan 10, 2026
"Nós nos separamos de comum acordo. O amor tinha se transformado em outra coisa, e a gente escolheu preservar o pouco respeito que ainda conseguia ter naquela época. Foi uma mudança grande, de um tipo de amor que vive, morre e renasce depois de outra maneira. O nosso amor nunca morreu. Com o passar do tempo essa história foi me emocionando mais e mais, eu fui refletindo sobre ela. Tem um pouco de poesia nela e a culpa é dele... mas está ali nossa história, com direito à rede na varanda da casa do Guarujá, que adorávamos." (Fernanda Moreira Salles, numa das colunas lançadas dentro da Piauí, e a primeira em toda a história que ela assinou com o antigo sobrenome de casada) "Quem poderá fazer aquele amor morrer? Se o amor é como um grão: Morre, nasce trigo; Vive, morre pão!" (Drão, Gilberto Gil)
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Ódio à primeira vista existe, podendo ser comprovado por Cruz e Montenegro. Eles se odeiam desde o primeiro momento, desde a primeira conversa, desde o primeiro dia de trabalho. A pior parte? É não poderem romper esse vínculo e ainda terem que se aturar pelo período de três meses, no qual o ódio aumenta gradativamente. Será que esse sentimento poderá mudar entre operações, casos e investigações? Ou todo esse ódio irá destruí-los?

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