Maré do Passado

Maré do Passado

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WpMetadataNoticeLast published Thu, Jul 24, 2025
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Fiction
Romance
Rebeca Figueiredo deixou o Brasil há seis anos, levando na bagagem um coração quebrado e o rascunho de um livro que nunca teve coragem de terminar. Hoje, aos 28 anos, ela é uma escritora promissora e trabalhou numa grande editora em Nova York - mas algo a fez voltar. Talvez saudade. Talvez necessidade de cura. De volta à casa de praia em Carneiros, ela só queria silêncio e um pouco de mar para acalmar os fantasmas. O que ela não esperava era reencontrar Leonardo Barreto, seu ex-marido, agora CEO de uma rede de farmácias herdada da família. Mais maduro, mais frio... e perigosamente mais atraente. O passado entre eles é como o litoral: calmo por fora, mas com correntes fortes por baixo. E um erro cometido em nome da raiva ainda assombra os dois. Quando a casa ao lado deixa de estar vazia, e os olhares voltam a se cruzar, Rebeca percebe que certos sentimentos nunca morrem. Só aprendem a esperar. Será que o amor merece uma segunda chance... mesmo depois da dor?
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Em um mundo regido por sangue, poder e silêncio, Evangeline nunca teve escolhas. Criada para obedecer, protegida demais para entender o que existe além das paredes da mansão, ela cresce alheia à brutalidade do império criminoso ao qual pertence. Sua inocência não é fragilidade - é resultado de um controle absoluto, de uma vida moldada para que ela nunca questione, nunca deseje, nunca escape. Com 17 anos seu destino é selado: ela será esposa de Constantine I, o grande patriarca do império. O casamento não é amor, é aliança. Estratégia. Um contrato silencioso. Evangeline aceita sem compreender totalmente o que aquilo significa... até ser rejeitada. Constantine I recusa a união sem explicações, deixando-a marcada pela humilhação e pelo peso de ser considerada insuficiente. Para evitar rupturas entre famílias, uma nova decisão é tomada às pressas: o irmão de Constantine assumirá o compromisso. Um acordo frio, feito sem que Evangeline tenha voz. Ela passa a pertencer a outro nome, outro destino, outra prisão. No jantar de noivado, cercada por homens perigosos, olhares calculistas e conversas que escondem ameaças, ele a vê pela primeira vez. E se perde. Evangeline, com sua postura contida, seus olhos que não sabem mentir e sua pureza deslocada naquele ambiente cruel, se torna tudo aquilo que ele jamais deveria querer. Mas quer. Intensamente. Irremediavelmente. Enquanto ela permanece inconsciente do perigo que representa - tão inocente que não percebe a obsessão nascer - ele passa a desejá-la como se fosse a única coisa capaz de quebrar o vazio dentro dele. Em um universo onde sentimentos são fraquezas e mulheres são moedas de troca, esse desejo pode significar poder... ou ruína. Evangeline não sabe ainda, mas naquela noite seu destino muda. Não porque escolheu, mas porque alguém decidiu que ela seria dele.

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