Um amor inesperado

Um amor inesperado

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WpMetadataNoticeÚltima publicación sáb, may 28, 2016
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Ficción
Romance
Olá gente! Me chamo Natalia Woodh, mas prefiro que me chamem pelo meu apelido...Nat! Tenho 16 anos, e me mudei a alguns anos aqui pro Rio de Janeiro, moro com minha mãe, a dona Kate, meu padrasto Henrick , e o sabe tudo do filho dele Lucas. Antes de vir morar aqui no Rio eu morava em Londres com meu pai, até quando tive que vir pra cá...Confesso que assim que cheguei aqui foi muito estranho por que não conhecia ninguém, na escola principalmente, mas ainda bem que isso mudou. eu não sou aquelas pessoas super extrovertidas, que fala com todos; na verdade eu sou muito calada, não gosto de me comunicar... So com meus amigos, com quem sei que posso sempre contar.. A Carrie é uma... 16 anos, alta, branquinha de cabelos enrolados castanho claro, de olhos meio acinzentados, viciada em livros, le um atrás do outro e se deixar teria uma biblioteca em casa. O outro é o Igor...17 anos, não muito alto, pele média, cabelos castanho escuro enrolados meio liso, olhos claros; apaixonado por musica, com uma voz de anjo e que tem o poder de sempre me acalmar... Essa coisa de não falar com ninguém sempre me atrapalha , ainda mais quando estou perto do Jefh , um popular da escola onde estudo..ele e tao lindo... É alto, dos cabelos claros e olhos verdes... e pra completar ainda é da minha sala... Vem de família rica da Austrália... ain... Enfim... Eu adoro ouvir musica,ler, e tenho um diário q não me desgrudo dele por nada, ele e meio que minha base, meu melhor amigo... eu conto tudo pra ele desde as coisas bobas ate meu maior segredo, que nem a Carrie ou o Igor sabem.... Esse acontecido estragou minha vida, tirou de mim quem eu muito amava e me fez quem sou hoje, medrosa de tudo e de todos, dura, insegura... e tudo que eu mais quero é não passar por aquilo de novo... Entao guardo isso comigo... e me escondo do desconhecido... Essa sou eu...Amanhã tudo continua...{...}
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Eu tinha tudo. Ou, pelo menos, era o que todos acreditavam. Uma empresa de moda consolidada, influência nos círculos mais seletos, uma conta bancária que sustentaria gerações. Mas o vazio sob o peso dessas conquistas era impossível de ignorar. Eu me casei por amor. Ou, pelo menos, foi o que pensei. Sara tinha esse efeito sobre as pessoas - um magnetismo sutil, uma capacidade de fazer você acreditar que o mundo poderia ser um lugar menos insuportável ao lado dela. Eu amava Sara. Mas, com o tempo, o amor começou a se dissolver sob o peso das dúvidas. Pequenos detalhes - olhares que pareciam medir mais do que apreciar, respostas que soavam... vazias. Será que o amor de Sara era só uma fachada para o verdadeiro objeto de desejo - meu dinheiro? Foi nesse contexto que encontrei o bar. Um lugar discreto, imerso em luz baixa e música abafada, onde os drinks eram precisos e o anonimato oferecia alívio. Eu ia para lá sempre que o silêncio em casa se tornava insuportável, sentava no mesmo banco, acendia um cigarro e deixava o gosto amargo do uísque deslizar pela garganta. E foi lá que comecei a conversar com a barista. Eu não sabia o nome dela - e nunca perguntei. Ela tinha um sorriso fácil, mas um olhar agudo demais para ser ingênuo. O tipo de pessoa que te enxerga antes mesmo de você abrir a boca. Ela ouvia sem julgamentos. Às vezes, dava conselhos diretos, com uma clareza quase cruel. O mais estranho é que ela parecia me entender - não como Faye Peraya, a empresária bem-sucedida, mas como alguém que carregava o peso de um amor que começava a desmoronar. Eu não sabia por que confiava nela. Talvez fosse a maneira como ela me olhava, sem expectativa, sem exigência. Talvez fosse o fato de que, diante dela, eu não precisava ser nada além de... eu.

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