"ðð²ð¶ðª ðÌ ð ðð¶ðšð¢ð³ ðð¯ð¥ðŠ ðð¶ ðð¯ð€ð°ð¯ðµð³ð° ðð¢ð», ð ððŠð³ð¢Ì ðð¯ð¥ðŠ ðð°ð€ðŠÌ ðð³ð¢Ì ððŠð³ð¥ðŠð³ ð ðð¶ð¢."
O lago é antigo.
Mais velho que a cidade, mais velho que as árvores, mais velho que o próprio medo.
E a famÃlia que guarda suas margens é a sua voz - um legado de sangue e trevas que alimenta a terra e corrompe tudo que se aproxima.
Um forasteiro chega, achando que pode chamar aquele lugar de lar. Ele não sabe que já foi escolhido. Que o herdeiro da casa nas colinas o observa com olhos que não pertencem a este mundo.
"ðð°ð³ð³ð¢, ððŠ ðð¶ðªðŽðŠð³. ðð¢ðŽ ð ðð¢ðšð° ððŠð®ð±ð³ðŠ ðð¯ð€ð°ð¯ðµð³ð¢ ð ðð¶ðŠ ðÌ ððŠððŠ."
Junto de um pequeno grupo de amigos, ele tentará resistir, mas as regras ali são outras: a água ouve, a água leva, e quem a desafia paga com a sanidade.
No reflexo da superfÃcie, não há apenas o seu rosto - há algo esperando para atravessar.
O lago observa. O lago chama.
E uma vez chamado, não existe volta.
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