Ultraviolence

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WpMetadataReadConcluida vie, sep 12, 2025
Lena Luthor e Kara Danvers estão casadas há três anos, mas o que parecia um amor perfeito rapidamente se transformou em um turbilhão de obsessão, ciúmes e violência. Lena é completamente louca por Kara, e seu ciúme incontrolável explode em brigas, gritos e agressões, mesmo sem motivo. Kara, longe de ser submissa, enfrenta Lena com a mesma intensidade, tornando cada reconciliação uma faísca para o próximo conflito. Entre beijos que curam e mãos que ferem, elas se mantêm presas a um ciclo doentio de paixão e destruição. Até onde o amor pode levar quando a obsessão é mais forte que a razão? E quanto sofrimento será necessário para que duas pessoas finalmente entendam que, às vezes, amar demais também pode matar?
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#418
kara
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Lena não aguentava mais estar tão perto e, ao mesmo tempo, tão longe. Tudo na repórter a atraía-seus olhos azuis oceano, seus cabelos dourados, sua boca, seu sorriso, seu jeito atrapalhado e envergonhado. Sem conseguir se segurar, Lena se aproximou lentamente. Kara, surpreendida pela atitude repentina da chefe, recuou instintivamente para trás. Seu coração acelerou quando percebeu que estava encostada na cabeceira da cama, sem mais para onde ir. Lena, sem hesitar, a seguiu, engatinhando sobre o colchão até que seus corpos ficassem perigosamente próximos. O olhar intenso da morena estava cravado nela, e Kara sentiu um calor subir pelo corpo, um arrepio percorrendo sua espinha. Lena, por sua vez, estava completamente vidrada nas reações da loira. A CEO inclinou-se ligeiramente, seu rosto ficando a poucos centímetros do de Kara. A respiração da jornalista vacilou. - Sabe, Danvers... - Lena começou, a voz baixa, quase um sussurro. - Sou conhecida por ser uma mulher determinada, controlada, estratégica. Inteligente o suficiente para exalar poder e nunca demonstrar desejo, piedade... ou amor por ninguém. O olhar de Kara ficou preso ao de Lena, o peito subindo e descendo em uma respiração irregular. O ar entre elas parecia eletrizado, carregado de algo que nenhuma das duas ousava nomear. Mas estava ali. Inevitável. .Não há Supergirl .sem poderes

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