Um Conto Esquisito

Um Conto Esquisito

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WpMetadataReadAbgeschlossene Geschichte Di., Jan. 13, 2026
Em um mundo regido por padrões de comportamento e costumes, existiam indivíduos que aceitavam suas singularidades como parte de sua identidade, ou seja, indivíduos que abraçavam o seu diferente e viviam de acordo com seus desejos. Com essa clara distinção entre pessoas padronizadas e as livremente estranhas, surgiram os rótulos. Inicialmente, como uma forma de insultar indivíduos com comportamentos incomuns, foram chamados de 'esquisitos'. Isso não funcionou muito bem, pois chamar um esquisito de esquisito era como chamar um santo de santo, algo óbvio. No entanto, isso não foi esquecido. Os esquisitos classificaram as pessoas que se opunham aos padrões estabelecidos pela sociedade como 'normais'. No entanto, em meio a conflitos entre esses indivíduos e aqueles que se recusavam a aceitá-los como 'normais', a natureza concedeu a essas pessoas subjugadas poderes, como recompensas naturais por sua bravura. Ninguém tinha conhecimento de como o primeiro esquisito com poderes apareceu. Entretanto, daremos continuidade à narrativa da família mais esquisita entre os próprios esquisitos e a maneira como os jovens excêntricos poderiam expressar sua forma esquisita de amar.
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As lágrimas queimavam meus olhos ao me sentir sem esperança de alcançá-los para evitar o pior. Eu já estava cansada pelo esforço mais cedo. Minhas pernas e meu pulmão pareciam pegar fogo. Ardiam e queimavam como se eu estivesse em uma fogueira. Mas, como uma brasa de esperança, lá estava. A brisa que parecia sempre vir ao meu socorro. O ar que faltava em meus pulmões. O frescor que minhas pernas precisavam para se aliviarem momentaneamente. Como se servisse de combustível, minhas pernas parecem se mexer ainda mais rápidas. As árvores como borrões verdes e brancos ao meu lado. Vamos, Clary... Vamos Bellerose. Vamos! Como um aviso, as folhas das árvores se movimentaram com agressividade, como se estivessem desesperadas. A brisa que parecia me guiar, começou a ficar cada vez mais longe, mas eu me recusava a perdê-la. . . . Um grito. Um rugido. Silêncio imediato pairou sob aquela floresta e... eu sabia oque significava, mas nem por isso exitei em continuar, com uma falsa esperança pulsando eu meu coração.

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