"Assim que um ser humano nasce, ele já é suficientemente velho para morrer." - Martin Heidegger, Ser e Tempo (1927) Rosemary Fateshade sempre soube disso. Sua vida não lhe pertenceu: foi apenas o caminho até um sacrifício inevitável. Alguns vivem para si. Outros, para o destino. Ela nascera para morrer - e, ao morrer, permitir que outra história começasse.
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