Os opostos se atraem? | Williamest
Dois garotos. Dois mundos que nunca deveriam se tocar. William é o caos em forma de sorriso fácil: festas demais, bocas demais, promessas que ele nunca pretende cumprir. Vive como se o amanhã não existisse e carrega a fama de quem não nasceu para amar - apenas para passar e ir embora. Est é o oposto. Caseiro, silencioso, fiel até no pensamento. Carrega no peito uma tristeza antiga e o desejo simples - e profundo - de ser escolhido, de ser amado sem jogos. Ele acredita no amor como quem acredita em abrigo. Quando esses mundos colidem, nada é simples. Est se apaixona por William sabendo que vai doer. Eles brigam, se ferem, se perdem em juras vazias e beijos sem sentimento, sempre parando antes de virar algo real. Amor existe, mas nunca no mesmo ritmo. Até que, pela primeira vez, William decide ficar. Decide mudar. Não por culpa. Não por obrigação. Mas porque Est merece ser único. E então William enfrenta seus próprios erros, seus vícios, sua própria ideia de liberdade - passando por tudo o que for preciso para provar que, às vezes, amar alguém é a maior revolução que existe.