
Me indago perplexo: porque existir ?! entre o vão do reconhecimento residi o fracasso terreno nessa fração concluo minha imensidão enfim... vago ao coração passos se cruzam sem exatidão recebo cada mensagem extraída em oração me toco disfarço o mar de alucinação tento contornar essa situação direção razão pra enxergar na escuridão redenção no fim do túnel o propósito de tudo encubado num olhar profundo afundo me descubro longe correndo ao tempo aproveitando cada momento elevando o arrependimento aflorando a alma da aurora deixando raso as magoas de outrora por mais que me devore não chegarei ao fim da carne entendo só agora que se antes fosse não representaria minha história de mãos abertas leio as linhas do destino que traço tropeço junto ao acaso e abraço o irremediável só não me faço desprezo certos casos eu sou embaraço fica nítido nas linhas inexplicáveis que não me cabem transbordar parece opção com poder de ação em doar para os outros o que sobra em meu coração desperto o incerto mesmo que não seja sensato escarro meus pesares nesses pensares imaculados ao ar puro dão poluição usufruem da vida enquanto matam a oxigenação do pulmão quero ver quem tem a explicação todos por si assim se arruinarão fito os ao chão meus olhos vão além da figuração e é do outro lado que pulsa a indignação sou dois seres em uma trajetória uma vida em várias histórias um sentimento que se renova nesse interminável vendaval de memórias.Alle Rechte vorbehalten
1 Kapitel