Ecos da Melancolia

Ecos da Melancolia

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WpMetadataNoticeLast published Sun, Oct 5, 2025
Prólogo: Aos ecos que reverberam em minha mente, declaro paz ao escrever meus sentimentos ao mundo. Apresento minhas dez poesias de sobrevivência, histórias antológicas e um manifesto de paz - um sentimento louco, sem igual. Sumário - Ecos da Melancolia Capítulo 1 - Antologias do Limbo. Poema I: Bartolomeu Poema II: Flora Poema III: Jardins Capítulo 2 - Sobrevivência. Poema IV: O Grande Espetáculo Poema V: Minhas Ruínas Poema VI: Incógnita Poema VII: A Ponte Capítulo 3 - Labirinto. Poema VIII: Comportamento Humano Poema IX: Espiral Poema X: Desastre Mental Epílogo: "Ecos da Melancolia" não são meras palavras lançadas ao vento; são fragmentos da minha mente se costurando, selando as feridas desta alma conturbada. Com minhas veias como tinta, declaro independência e paz ao reino torto que minha mão calejada habita. Que a sinceridade, implacável e nua, seja a relatora destas memórias, e que cada verso ressoe como um último suspiro no silêncio das sombras.
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Há um instante, quase sempre despercebido, em que o coração estremece pela primeira vez - e o mundo, antes cinza e previsível, ganha contornos de vertigem. Quando Nascem as Borboletas é sobre esse instante. Sobre o milagre e o desespero de sentir demais, de uma só vez.

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