Aos cinquenta e dois anos, Maria Carolina encontra paz e liberdade na chácara de seu namorado, Beto, ao lado de suas duas filhas, Aline e Juliana, e de sua amiga/amante de longa data, Lúcia. Juntos, eles construíram um refúgio onde a nudez, o amor e a sexualidade são vividos sem culpa ou julgamento, um contraste radical com o passado de Maria, onde sua bissexualidade era um segredo bem guardado.
O equilíbrio desse microcosmo é desafiado quando Aline, a filha mais nova, expressa um desejo profundo e específico: ser penetrada por Beto sem proteção e ter Lúcia para limpar o esperma dela, um ritual que ela sempre admirou na mãe. Este pedido, carregado de inocência e anseio, força Maria a confrontar seus medos mais profundos sobre maternidade, consequências e os limites da liberdade que tanto lutou para conquistar.
Apoiada por Lúcia, que vê no ciclo da vida uma justificativa poética, e após um diálogo franco com toda a família, Maria consente. O ato, realizado como um ritual solene de entrega e confiança, resulta na gravidez de Aline. O que se segue é uma transformação profunda do grupo. A gestação de Aline não é uma crise, mas uma transição sagrada. A liberdade sexual da família adquire um novo significado, tornando-se uma celebração da fertilidade e da vida. A narrativa explora como um desejo taboo, quando enraizado no amor, no respeito e no consentimento pleno, pode se tornar o elo mais forte que une uma família não convencional, levando Maria a uma aceitação final de que sua melhor escolha foi sempre seguir seu coração, tecendo uma tapeçaria única de afeto e pertencimento.
* Todos os personagens são de maior de idade;
* Todos os atos são consensuais;
* Escrita envolvendo sexo e sexo familiar também, se não gosta, não leia.
História com 5 capítulos.
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