Entre o que foi e o que sobrou

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WpMetadataNoticeÚltima publicación mié, oct 15, 2025
Por muito tempo, acreditei que amor fosse sinônimo de permanência. Achei que bastava sentir forte, cuidar com entrega e insistir nos dias ruins, que isso seria o suficiente para manter alguém por perto. Mas o tempo, sempre ele, me mostrou que o amor, quando não é leve, começa a doer em silêncio. E, quando a dor se instala, o que antes era casa vira prisão. Foram seis anos entre promessas, planos e um "nós" que parecia invencível. Eu me lembro das risadas que ecoavam no início, dos sonhos que cabiam em uma tarde de domingo e da certeza boba de que nada nos tiraria do lugar. Mas aos poucos, o amor foi se perdendo em detalhes e nas mentiras pequenas, nos olhares desviados, nas respostas frias que escondiam verdades pesadas demais. Fui me apagando para caber em algo que já não existia. Fui me silenciando para não confrontar o óbvio: o fim já estava ali, bem diante de mim. E quando finalmente a deixei ir, o que restou foi o vazio... e a descoberta amarga de que, enquanto eu ainda recolhia os cacos, ela já escrevia um novo começo com outra pessoa. Doeu. Ainda dói, às vezes. Mas hoje entendo que nem toda perda é tragédia, algumas são libertação!!!I E talvez, no meio de tanto amor ferido, eu tenha finalmente encontrado o mais importante de todos: o meu próprio.
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Ódio à primeira vista existe, podendo ser comprovado por Cruz e Montenegro. Eles se odeiam desde o primeiro momento, desde a primeira conversa, desde o primeiro dia de trabalho. A pior parte? É não poderem romper esse vínculo e ainda terem que se aturar pelo período de três meses, no qual o ódio aumenta gradativamente. Será que esse sentimento poderá mudar entre operações, casos e investigações? Ou todo esse ódio irá destruí-los?

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