O último eclipse de verão

O último eclipse de verão

  • WpView
    Reads 1
  • WpVote
    Votes 0
  • WpPart
    Parts 1
WpMetadataReadMatureOngoing<5 mins
WpMetadataNoticeLast published Thu, Oct 16, 2025
Léo viaja para a remota e um tanto melancólica cidade de Itamambuca para cuidar da herança de sua Tia Virgínia, uma mulher que ele mal conheceu devido a um afastamento familiar. A casa é um museu de excentricidades: telescópios empoeirados, mapas estelares e, escondida em uma caixa trancada, uma série de diários. Enquanto organiza a vida de Virgínia, Léo mergulha nos diários, que revelam uma intensa e proibida paixão de verão nos anos 70 por um homem chamado Elias. As anotações de Virgínia são cheias de códigos, referências a constelações e presságios. Ela descreve Elias como "a estrela cadente que ninguém deveria ter desejado". O romance termina abruptamente no dia de um eclipse solar total, quando Elias desaparece sem deixar rastros. A polícia local arquivou o caso como fuga, mas Virgínia nunca aceitou. A chegada de Léo atrai a atenção de Raul, o vizinho e antiquário, que se oferece para ajudar a catalogar os pertences de Virgínia. A química entre os dois é imediata e inegável, mas Léo, preso em sua própria inibição e no relacionamento à distância, reluta em se abrir.
All Rights Reserved
Join the largest storytelling communityGet personalized story recommendations, save your favourites to your library, and comment and vote to grow your community.
Illustration

You may also like

  • Eu Serei Tua Realeza. -(+18)
  • "Antes que eu queime 2"
  • DISFRAZ (TRADUÇÃO)
  • Fragmentados
  • WHAT IS LOVE? / imagine fanfic

Em um momento de rebeldia (como sempre), o pai de Sophie se cansa de sua malcriação e decide levar toda a família para passar uma temporada na Dinamarca, já que ele planeja expandir sua grande empresa de advocacia. O que Sophie não esperava era que seu pai a colocaria em uma escola de bons modos, onde ela conheceria Emma Lancaster, a princesa da Dinamarca. Sophie já a desprezava; odiava estar em um lugar onde havia uma princesa estudando, já que todos falavam de sua perfeição. Para ela, "ninguém é tão perfeito", e ria quando chamavam a princesa de "paz". A partir do dia em que se tornaram colegas de dormitório, Sophie sabia, bem lá no fundo, que Emma iria virar seu mundo de ponta cabeça. Emma sentia o mesmo, mas ambas estavam cegas por frustração, confusão e um ódio destilado uma pela outra. Emma não suportava a presença de Sophie; detestava ter sua cadeira na hora do almoço na frente da dela e nunca olhava para cima, apenas para a comida. Tinha raiva de olhar para aquela garota tão repugnante. Ela só poderia ser o caos em pessoa, e jamais se juntaria ao caos, nem por um momento. Era isso que elas pensavam, mas até seus gostos voltarem a fazer sentido, as piadas voltarem a ser engraçadas e a companhia se tornar pelo menos um pouco agradável, as risadas e as vozes voltarem a ser boas de ouvir... e o desejo pelo toque ressurgir com toda força. Suas mentes e corações poderiam gritar para que não se aproximassem, que não ficassem juntas, mas suas almas se esforçavam cada vez mais para que isso acontecesse. A alma de cada uma clamava pelo amor... Mas será que aconteceu? Dessa vez, o ditado "Os opostos se atraem" funcionou? Ou seria mais apropriado dizer que "Os opostos se atraem, mas não funcionam juntos"? Elas vão se amar? Vão se entregar? Deixar o mundo virar de ponta-cabeça? Deixar seus hobbies e vícios serem julgados e ordenados a parar? Deixar tudo aquilo que defendiam ir embora com o vento?

More details
WpActionLinkContent Guidelines