(título provisório ou não)
(nenhuma IA foi usada na escrita deste livro)
Pós-apocalipse, brilhante no neon da tecnologia, decadente no valor da vida.
Magia, superpoderes. Os supers lutam pelo seu lugar ao mundo - ora lendas, ora povo, ora carne, ora lixo.
Nova Vegas, a maior cidade do mundo. O sol brilha fraco e a noite é profunda - completa com crime, máfia, sexo, drogas, rock n'roll e street cred. Entidades digitais governam sobre empresas monolíticas. O dinheiro é plástico. Mundo físico, mundo em realidade aumentada, mundo digital: três círculos do inferno.
A maior das empresas é mais forte que o governo em si - só restou um único empecilho, o famoso super de nome BlackJack. Um cara quebrado pelo peso do próprio passado. Pela vida, e pela não-vida. Um cara também perdido na própria decadência e que tenta fazer a diferença.
Ele costumava lembrar de uma doce garota, que agora morreu. E depois de morrer, ela tirou as memórias dele próprio - a pedido dele mesmo. E agora, virou caçador dos próprios segredos que esqueceu.
E nesse entulho todo, há espaço para a Fé. Há espaço para a bondade. Há espaço para a esperança - a famosa kpopper/super Stylo inspira sorrisos, mas quando pousa na imensa urbe acaba por desaparecer nas ruas da cidade. Agora, todos caçam alguém, e o herói caça a esperança perdida - enterrada nas próprias memórias, manifestada nas ruas e no brilho dos jovens... que ainda crêem. Que ainda sorriem.
Quanto vale a esperança? Qual sacrifício é grande demais? Lâminas, balas, lasers, criogranadas, cartas de baralho afiadas.
No fio da lâmina, no sorriso da garota.
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