Muitos sonham em ser grandes jogadores de futebol, reconhecidos no mundo todo.
Outros buscam a fama, o dinheiro, e o brilho das câmeras. Mas existem aqueles que só querem jogar... sentir o vento no rosto, o som da bola rolando e o coração batendo mais forte a cada passe.
Essa é a minha história.
A história de um garoto que aprendeu a amar o futebol não pelo que ele dá... mas pelo que ele desperta.
Depois que a Raimon conquistou o Futebol Fronteira, o esporte voltou a viver no Japão.
O estilo vibrante e cheio de paixão do time inspirou milhares de jovens a calçar as chuteiras e sonhar mais alto. Clubes surgiram em todos os cantos do país, e o futebol voltou a unir as pessoas - em cada bairro, em cada escola, em cada cidade.
A minha escola também decidiu criar um clube. Mas... talvez não da forma que se espera.
A Hoshizora Gakuen nunca foi conhecida pelos seus feitos esportivos.
Na verdade, éramos motivo de piada.
Campos esburacados, uniformes remendados e um histórico de derrotas que fariam qualquer um desistir.
Mas, para mim, aquele campo... era tudo. Mesmo com o vento cortando o rosto e o barulho do mar ao fundo, eu sempre voltava para lá, chutando a bola até o sol se pôr.
Porque, no fim das contas, o futebol é isso: Cair, levantar... e continuar acreditando
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