Antes que o sol se apague

Antes que o sol se apague

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WpMetadataReadContenido adultoConcluida lun, nov 10, 20256m
Santa Cruz sempre foi uma cidade dividida. De um lado, os Kooks, famílias ricas que controlam tudo, das praias às parcerias milionárias. Do outro, os Pogues...quem nasceu ali, vive do mar e carrega nas costas o peso de histórias esquecidas. Ludmilla Oliveira cresceu entre ondas e pranchas, sem imaginar que o passado do pai escondia algo muito maior do que o mar poderia apagar. Brunna Gonçalves acabou de chegar à cidade com a família, trazendo mais do que malas e expectativas... Quando um mapa antigo é encontrado e o nome Gonçalves surge nas anotações deixadas por Pepe Oliveira, o destino das duas passa a se cruzar como correntes opostas de uma mesma maré. Entre rivalidades, alianças improváveis e mistérios enterrados sob a areia, Ludmilla e Brunna vão descobrir que algumas verdades... nunca deveriam vir à tona. 📢 AVISO IMPORTANTE Esta história é inspirada na série Outer Banks. Alguns elementos de ambientação, estética e dinâmica entre os personagens foram adaptados livremente para este enredo original.
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Sozinha como a neve que cobre os campos de batalha, Yuki avança silenciosa, deixando para trás apenas rastros de sangue e silêncio. Conhecida como Neve Carmesim, ela não é heroína, mas também não é uma vilã comum. É algo diferente, algo entre o humano e o espectro: fria, calculista e implacável. A cada aldeia destruída, a cada soldado derrotado, a cada nobre executado, sua lenda cresce. Alguns a veem como justiceira que pune os cruéis e os corruptos, outros a temem como um demônio que caminha entre os vivos. Mas Yuki não busca redenção, nem glória, nem perdão. Seu caminho é marcado apenas por vingança, por memórias que jamais cicatrizam e pela inevitabilidade da morte que a segue como sombra. Desde o massacre de sua aldeia natal, onde perdeu tudo em meio a chamas e neve tingida de vermelho, Yuki carrega apenas a lembrança da dor. Essa lembrança é sua bússola, sua lâmina, sua razão de existir. Ao enfrentar generais cruéis, mercenários implacáveis, guerreiros lendários e até mesmo os nobres que ordenaram a destruição de sua família, ela nunca hesita. Sua espada dança entre a vida e a morte, executando cada movimento com precisão quase sobrenatural. Mas Yuki não é movida por fúria cega. Sua violência não é descontrole - é cálculo. Ela observa cada inimigo cair, como se estudasse o exato instante em que a vida deixa o corpo. Há frieza em seus olhos, mas também uma sombra de humanidade que insiste em permanecer, mesmo que deformada pelas cicatrizes do passado. A Neve Carmesim caminha só. Nunca forma clãs, nunca aceita aliados. Sua companhia é o silêncio, sua trilha é o sangue. Onde passa, a neve branca se torna vermelha, mas logo o vento e o tempo apagam seus rastros, como se o mundo tentasse esconder sua existência. Ainda assim, as histórias permanecem, contadas em sussurros entre aldeões e soldados: - "Ela caminha pela noite." - "Ela não poupa ninguém." - "Ela é a sombra na neve."

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