Eu tive que morrer.
Enterrei meu nome, minha história, minha própria pele - tudo para que o mundo não a usasse contra mim. Mas minha morte não foi um desfecho. Foi um sacrifício calculado para manter viva a única pessoa que jamais deveria ter sido envolvida nos meus erros.
A dor criou algo novo. Algo perigoso. Algo que não pede permissão para existir.
Porque algumas mortes não libertam.
Algumas moldam monstros.
E amar alguém, às vezes, significa morrer duas vezes - a primeira para salvá-la, a segunda ao descobrir no que ela se transformou.
[obra de minha total autoria]
[Art. 184º do Código Penal: plágio é crime]
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