18% - poemas que não perdoam

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WpMetadataNoticeÚltima publicación dom, ene 18, 2026
"18% é o quanto sobra de mim depois de tudo. O resto foi comido por pais, amores, cidades, vícios e eu mesmo. Estes poemas não pedem perdão. Eles só mostram a ferida e dizem: 'olha, ainda sangra.'" - o autor
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Há um instante, quase sempre despercebido, em que o coração estremece pela primeira vez - e o mundo, antes cinza e previsível, ganha contornos de vertigem. Quando Nascem as Borboletas é sobre esse instante. Sobre o milagre e o desespero de sentir demais, de uma só vez.

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