Silêncio, vazio e flores póstumas
Entre o silêncio e o grito, nasce o que sobra de nós.
Este livro é uma travessia - um caminho entre o que se sente e o que não se diz.
Em poemas que sangram lucidez, João Carlos Magalhães mergulha nas fendas da alma humana: o orgulho, a solidão, o amor que não salva, o vazio que se alimenta do tempo e o desejo desesperado de ainda existir, mesmo quando tudo parece desabar por dentro.
Cada poema é um espelho rachado: mostra o que tentamos esconder, mas também o que ainda nos mantém vivos.
Aqui, o "eu" poético conversa com seus próprios demônios, ironiza a dor, desafia Deus, e ao mesmo tempo pede socorro - silenciosamente.
É um livro sobre o peso de ser, sobre o vazio como companhia e sobre as flores que nascem mesmo depois da morte emocional.
Não espere consolo.
Espere verdade.
Espere poesia crua, existencial, humana.
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