Memórias de um quarto mofado

Memórias de um quarto mofado

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WpMetadataNoticeLast published Sat, Dec 13, 2025
Prefácio Mais uma vez estou aqui, trazendo para vocês toda a dor, tristeza e melancolia que vive rasgando meu peito há algum tempo. Mas calma, nesses textos trago não somente a dor, mas também falo sobre amor, paixões, reflexões e diversos sentimentos que me cercam ao longo dos dias. E sim, me encontro bem. Lembram como é viver no limite de tudo? Posso dizer para vocês que sentir demais não é fácil de lidar, o jeito é buscar como tirar certas vantagens. Lutar contra sua própria mente não é uma tarefa nada fácil. Quando o fim parece próximo, pode ser desagradável ter alguma inspiração. Quando se é um homem sem sorte, cabe a você conquistá-la e muitas vezes, por bem ou por mal. Nesses fragmentos tem também referências de algumas músicas que têm sentidos especiais ao longo da minha jornada que chamo de vida. Trago traços da realidade, traços da imaginação. Traços dos sentimentos e das emoções. Traços de mim.
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Há um instante, quase sempre despercebido, em que o coração estremece pela primeira vez - e o mundo, antes cinza e previsível, ganha contornos de vertigem. Quando Nascem as Borboletas é sobre esse instante. Sobre o milagre e o desespero de sentir demais, de uma só vez.

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