─── 🪽⚔️ノ Olivia Ehrenberg perdeu tudo antes de entender o mundo.
Perdeu o clã, a casa, a infância e, junto com tudo isso, parte de si.
O Instinto Sentinela despertou no momento em que o terror tomou sua vida, deixando nela uma calma anormal, perigosa, que nenhum treinamento poderia explicar.
Ela cresceu em silêncio, carregando um dom que não pediu e um trauma que nunca diminuiu.
Observadora. Precisa. Solitária.
Levi Ackerman também foi moldado pela perda.
Desde o subterrâneo até o campo de batalha, tudo o que viveu lhe ensinou a mesma lição cruel: quem ele ama, morre.
Então ele deixou de amar.
Endureceu.
Fechou portas.
Virou arma.
Dois sobreviventes de mundos diferentes.
Dois corações rígidos demais para admitir que ainda doem.
Quando seus caminhos colidem, o impacto não é suave: é choque.
É tensão.
É um silêncio pesado demais para ser ignorado.
Olivia vê no olhar dele a dor que ela tenta esconder.
Levi reconhece nela a mesma escuridão disciplinada que o mantém vivo.
E entre batalhas, perdas e olhares longos demais, Levi e Olivia se tornam aquilo que jamais tiveram: um lugar seguro.
Não há confissões.
Não há promessas.
Há apenas presença.
Uma presença tão rara que chega a ferir.
Quando luz e sombra finalmente se encontram, não nascem flores -
nasce um eclipse.
Um espaço onde dois guerreiros quebrados aprendem, pela primeira vez, que sobreviver não precisa ser sinônimo de solidão.
Uma fanfic inspirada no universo de Naruto, sobre Itachi Uchiha.
**Os fatos escritos aqui são baseados em Naruto do autor Masashi Kishimoto, se tratando de uma realidade alternativa**
Hanna é uma estrangeira em Konoha, desconhece seu próprio passado, não possui nenhum vínculo do qual possa se lembrar. O único vínculo que formou foi o mais improvável que poderia se imaginar.
Itachi Uchiha sempre foi o mais fascinante ninja que Hanna conhecia, não só por ser considerado um prodígio por todos, mas por que ele tinha pensamentos tão profundos quanto ela própria.
Era estranho criar um laço tão intenso com alguém que obviamente não sentia o mesmo, mas quem podia entender os desejos do coração?
• Outubro de 2020